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domingo, 9 de dezembro de 2012

Inauguração Oficial da Garrafeira do Continente de Cascais‏


Nos passados dias 7 e 8 de dezembro,  para assinalar a inauguração Oficial da Garrafeira do Continente de Cascais no Cascais Shopping, teve lugar uma prova de vinhos e degustação de queijos e enchidos tradicionais. 
A prova de vinhos ficou a cargo dos enólogos Jaime Quendera, da Adega Cooperativa Santo Isidro de Pegões e Casa Ermelinda Freitas, António Ventura e Vera Moreira, Quinta do Gradil, Encosta dos Arcos e Pêra Doce, Paolo Nigra, PLC-Companhia de Vinhos do Alandroal, Filipe Carvalho, Adega Cooperativa de Favaios, Diogo Lopes, Adega-Mãe, e Pedro Pinhão, Quinta da Lagoalva de Cima. 

O espaço está agora bastante mais apelativo, visualmente cativante, com uma disposição que encaminha o consumidor ao seu objectivo com maior celeridade e com informação. A garrafeira terá sempre presente um especialista em vinhos com o qual o consumidor poderá buscar conselhos e fazer aquelas questões que habitualmente sente necessidade e que normalmente este espaço não tem. Com o espaço Gourmet mesmo ao lado esta promete ser uma garrafeira de grande superfície com potencial para se tornar em algo diferente das habituais. O futuro o dirá.

Neste momento o começo promete. As provas foram feitas com copos de vidro, havia cuspideiras e alguém que saberia responder a qualquer pergunta junto de cada bancada. O vinho não estava com temperaturas muito longe das ideais e o consumidor, com mais ou menos receio, aproximava-se, provava e comprava. Espero que seja o inicio de um novo paradigma para as garrafeiras dos grandes espaços comerciais e o vinho e o consumidor se aproximem cada vez mais.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Mercado de Vinhos do Campo Pequeno | Rescaldo & Aposta no Futuro

Terminou ontem o Mercado de Vinhos do Campo Pequeno deste ano e já cá estou a escrever umas larachas do que considero terem sido pontos positivos do mesmo e o que considero poderem ser melhorias para a próxima edição. Este é sem dúvida um evento para se apostar no futuro e para que haja sucesso ano após ano o melhor é melhorar sempre.
Os objectivos para este ano consistiam em contribuir para a divulgação, estímulo e sustentabilidade de micro actividades produtivas nacionais, que pela sua reduzida dimensão e apesar de toda a sua qualidade, tem muitas vezes enormes dificuldades em vingar e sensibilizar o público para a aquisição de produtos portugueses, estimulando actividades da micro economia nacional e contribuindo por essa via para o fortalecimento da economia portuguesa. Objectivos conseguidos! Bom espaço, boa oferta, bons preços, muita simpatia e muitos visitantes.
 
Todavia notei que ainda haverá muito pormenor a melhorar.
Primeiro ponto. Primeiro dia. Abertura do evento 11:00 horas. O relógio batia as 11:15 horas e portas fechadas. Passados minutos entrada no recinto e muitas bancadas ainda vazias. Esperar mais um pouco era a solução.
Segundo ponto. Segundo dia. Entrada no recinto de copo na mão. Interjeição do segurança "- Desculpe, mas o copo de ontem não serve para o dia de hoje. Tem de comprar outro." WTF! Desculpe??? Furou de um dia para o outro? Resposta imediata. "- O copo não é de ontem. Trouxe eu de casa. Indicaram-me que não havia problema". Resposta do segurança "- Então está bem." WTF2!!! Siga.
Terceiro ponto. Quem só quer bebericar copinho de plástico a 1€, quem quer provar a "sério" copo de vidro fraquinho, fraquinho por 3€. Este problema não é só daqui. Apostem lá um pouco mais na qualidade dos copos que o visitante até compra com gosto.
Quarto ponto. Pontos de água no recinto para lavagem de copo? As garrafas que alguns produtores/expositores colocavam à disposição não contam. O wc estava longe logo havia mesmo que confiar na boa vontade de quem estava do outro lado da bancada.
Quinto ponto. De quem foi a ideia de encher algumas bancadas cheias de referências de vinho e depois só se pode provar uma. Pelo menos dois produtores utilizaram esta estratégia. Conclusão: menos vendas. Com tanto vinho a prova e com bons resultados acham que no momento da compra se escolhe o que não de pode provar? Pois. As garrafinhas e produtos que comprei mereceram a minha prova antes de puxar pela nota de euro. 
 
Sexto e último ponto, que começam a ser pontos demais para um evento que pretendo que todos os anos se realize com mais e mais produtores e que penso ter atingido o que se pretendia para esta edição. Informação. Mais e melhor informação. Durante o evento decorreram algumas conferências, workshops, apresentações de grande interesse e de muito valor. Mas havia tão pouca informação acerca dos mesmos. Quando me dirigi para o primeiro onde estive presente perdi-me duas vezes até lá chegar, ainda perguntei a um segurança onde seria o local do workshop, mas ele ainda sabia menos do que eu. Mais informação, apenas isso.
Conclusão. Gostei muito do espaço, do ambiente, da dinâmica colocada nas provas, venda e promoção dos produtos, na possibilidade de falar mais um pouco com quem produz e na diferença em relação a outros eventos do mesmo género. Pequenas aresta a limar e até para o ano ainda com mais qualidade.



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O Vinho e a Lisboa Restaurant Week 2012

Decorreu de 20 a 30 de Setembro deste ano, a 8ª edição do Lisboa Restaurante Week. A minha faceta de foodie tinha de aproveitar para conhecer alguns dos Restaurantes aderentes que, de outra forma, muito dificilmente poderia conhecer. Esta iniciativa faz com que os preços normalmente altos para algumas carteiras, desçam um pouco e fiquem mais acessíveis. Uma boa oportunidade, sem dúvida.
Com este espírito lá participei no Lisboa Restaurante Week e como não podia deixar de ser fiquei extremamente satisfeito com os menus que foram disponibilizados, com a gastronomia, com os espaços de excelência e com um serviço também ele de topo. Mas houve um pormenor que me desiludiu. Pequeno pormenor, dirão uns, grande pormenor afirmo eu. Afirmo porque junto com o meu lado foodie seguiu também o meu lado blogger de vinhos e cedo percebi que os vinhos haviam sido deixados para trás. 
Penso que não será demais considerar, numa próxima ocasião, um juntar mais evidente da gastronomia com o vinho. Inseparáveis na minha opinião. Que tal algumas sugestões:

         a) Existir um vinho sugestão para para cada menú e/ou para cada prato;
         b) Existir uma carta de vinhos associada ao eventos;
         c) Existir mais opções de vinho a copo;
         d) Incluir opções de vinho a copo no preço do menu;
         e) Mostrar o vinho como o parceiro ideal de uma grande refeição.

Este evento tem tudo a a ganhar com o aproximar dos dois mundos. Em Portugal (e não só) estava comprovado que esta dupla é de sucesso e deixar cada uma lutar por si é um erro. No próximo vou querer mais neste ponto. E já estamos quase lá!

terça-feira, 31 de julho de 2012

Wine Spectator: WTF???

Normalmente a esta hora já estaria no mundo dos sonhos, mas o que o corpo quer a mente nega e faz-me continuar acordado a pensar nas classificações recentemente atribuídas por esta revista aos vinhos portugueses. Olho para a lista, faço scroll down e up, vejo e revejo e sinceramente não consigo compreender nem as avaliações atribuídas nem os critérios utilizados para chegar às mesmas.
Parece que houve alguma intenção deliberada de fazer com que assim fosse, parece, não digo que tenha sido, como também não costumo afirmar que existem bruxas mas....
As revistas têm cada uma a sua bitola, bem sei, mas como comunicação social que são deviriam primar por acções sem mácula, livres de dúvidas e situações menos claras. Estas é uma delas. Alguém me ajuda a compreender que eu sinceramente ainda não cheguei lá?
Será esta mais uma importante decisão inserida no plano da Troika para nos deitar abaixo num mercado onde Portugal começa a dar cartas? WTF?

terça-feira, 10 de julho de 2012

A Crise e a Relação Qualidade-Preço no Vinho

A crise tem sido mote para se pintar dos quadros mais negros que se podem pintar, para destruir sonhos, potenciador de refazer de planos de vida, enfim, um sem número de cenários negativos que a todos toca e que não tem data prevista para terminar. 
Também assim parece ser no que ao Vinho concerne. Há cada vez mais produtores com dificuldades, ouvem-se cada vez mais histórias de possíveis abandonos da actividade, mas no que ao consumidor respeita, ouve-se cada vez mais a frase: -"Um vinho com um boa relação qualidade-preço" e a sensação de que agora é que podemos comprar tudo e mais alguma coisa porque estão todos a preço de saldo. Não será bem assim porque é preciso separar o trigo do joio.
O preço de venda dos vinhos tem na maioria dos casos baixado, é verdade,  mas é com alguma preocupação que vejo que o mote relação qualidade-preço é cada vez mais usado com o único propósito de vender em grande escala, principalmente em Hipers, e cada vez menos no verdadeiro sentido do que deve significar esta relação.
Até do Don Simon, um vinho de nuestros hermanos do qual não ouso voltar a repetir uma experiência de prova, já ouvi um comercial dizer que se tratava de um bom vinho espanhol e, lá está, "com um boa relação qualidade-preço". Caramba pá!
Espero que esta moda não pegue e que nunca Portugal tenha um vinho "com um boa relação qualidade-preço", como este Don Simon. Portugal tem muitos vinhos de excelência neste capitulo, não usem é o chapéu para tudo o que parece ser vinho.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Peixe Em Lisboa 2012: Vinho e Gourmet

Ainda vou a tempo? Claro que sim. Depois da minha opinião acerca do evento não queria deixar a oportunidade de deixar algumas palavras acerca do que se passou no lado dos expositores Vínicos e dos produtos ditos como Gourmet.
Logo para despachar, assim rapidamente, devo dizer que fiquei com a sensação que esta sala do evento teve menos protagonismo do que a dos restaurantes. Talvez por alguma falta de aposta dos presentes, talvez porque os visitantes vinham com outra ideia do Peixe em Lisboa. Talvez. O certo é que nunca tão calmamente passeei por entre as bancadas de produtores de vinho e produtos gourmet neste género de evento e fazendo as minhas provas com bastante calma e podendo assim estabelecer bons diálogos com os seus representantes.
A primeira nota de registo vai para a Quinta das Carrafouchas. Voltei a provar o Quinta das Carrafouchas 2009 Tinto e apesar de notar um certo abrandamento em relação à última prova que efectuei no Addega Wine Market continuo a dizer que temos ali vinho. Depois, também da Quinta das Carrafouchas, o 2010 Branco deixou-me também impressionado. Pé ante pé vamos vendo este nome aparecer. O bom trabalho tem destas coisas.
Ainda na mesma bancada, mas da Quinta da Murta, pude provar o novo Espumante Rosé Bruto que faz com que desejemos que o tempo quente venha depressa. Gostei especialmente da mousse leve que nos assalta a boca e do facto de apesar de Rosé, manter o perfil Bruto.
Também muito boa surpresa foi provar em primeira mão, estou bastante curioso acerca do rótulo com que será apresentado, o primeiro branco Ninfa da Sociedade Agrícola João Barbosa. Provei o apenas com Inox e a versão com estágio em madeira. O primeiro está já muito bom. Embora ainda precise de algum tempo e o facto de ser o primeiro. No entanto, revela que vem aí mais uma coisinha muito boa. No caso do com estágio em barrica, noto que ainda está, na minha opinião, um pouco marcado pela madeira. Pouco tempo de garrafa. Mais no nariz do de na boca. Embora se perceba o potencial. Com certeza que irei prová-lo mais adiante.
Ainda nos vinhos destaco os vinhos da Quinta do Rol. Todos os brancos com um perfil muito comum, excelente mineralidade e frescura, com um travo seco como gosto num branco. Também a curiosidade de um branco com a casta Pinot Gris que, sinceramente, nem sabia que em Portugal havia produtoras a apostar nela. E que bem apostado.
No Gourmet destaco os produtos da Venda da Vila. Produtos primam por continuar a obedecer à tradição. à forma como antigamente se fazia o fumeiro, os queijos e outras iguarias alentejanas. Uma perdição em cada produto, os cheiros e sabores que por vezes parecem ter desaparecido. 
Depois, também a nota para os chocolates e a Flor de Sal aromatizado da Sal Marim. Já havia uma vez provado chocolate com sal no Museu do Chocolate em Barcelona e após provar o da Sal Marim posso dizer confiante que o que é nacional é bom... muito melhor. E o chocolate com sal marinho então é de nos fazer cair no pecado capital da gula.
No conjunto, o que mais me agradou foi poder deambular, sem grandes apertos, por todo o espaço, todavia talvez devido ao que menos me agradou que foi essa estranha sensação de que não foi dada a importância real a este evento pelos verdadeiros interessados em mostrar e vender aquilo que melhor têm.  

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Preço e Mais Preços. Metade do Preço? Em Quem Confiar?

Hoje, enquanto folheava as páginas das Revista Visão desta semana, sou surpreendido com uma crónica/nota de prova de José A. Salvador  sob o titulo "Portos, Moscatéis e Madeiras" com alguns espécimes bem meus conhecidos. Um deles ainda bem mais fresco na memória pois comprei-o à pouco mais de uma semana por achar uma excelente compra no capitulo da relação preço/qualidade. Estou a falar do Blandy's Madeira Malmsey 10 anos. Na página 16 do suplemento Visão Sete, o preço para esta garrafa é de 29,90€. Caramba pá. 30€?????? Ou eu enganei alguém ou isto é sem dúvida uma errata pois nos três locais de venda onde aprecei esta garrafa em nenhum passava sequer metade desse valor.

domingo, 3 de julho de 2011

Promoção do Vinho nos Grandes Espaços Comerciais

Como é possível valorizar e promover o vinho nos grandes espaços comercias, tais como os Hipermercados, se continuamos a verificar que são feitas as apostas erradas quando nos confrontamos com elas. Quando me deparo com este tipo de promoção num Pingo Doce, Auchan ou Continente existem sempre duas situações que ainda não consegui perceber o porquê. Ou melhor, consigo perceber em termos de custos, mas não em termos de aumento de vendas e para além de tudo da promoção do Vinho em si mesmo.
Primeira situação. Embora de vez em quando tenha boas surpresas. A maioria das pessoas que foi contratada ou designada para estar nesses locais a promover uma determinada marca de vinho não percebe nada de vinho. Tem umas indicações, umas luzes e leu um panfleto que lhe passaram para a mão. Tudo o que se pergunte para além disso levamos uma clara expressão facial de medo, tirem-me daqui ou o que raio este gajo está a perguntar porque é que não bebe e segue as suas compras. Porque é que o produtor não aposta, por exemplo, em jovens estudantes ou recém formados das Escolas de Hotelaria? Prefere colocar caras bonitas mas que em relação ao vinho nem bebe-lo sabem? Para esquecer. Poucas vezes consegui ter uma conversa mais interessante acerca do vinho em promoção quando nestes espaços.
Outra coisa que me continua a fazer uma confusão dos diabos é estarem a fazer a prova do vinho em promoção em pequenos copos plásticos. Daqueles normalmente utilizados para beber café num qualquer lugar que não tem chávenas ou quando bebemos um de uma máquina de vending. Horrivel! Não consigo acreditar que não existe nenhuma opção barata com mais qualidade e com mais profissionalismo.
Sem dúvida que existem outras situações menos positivas, mas estas duas retiram-me toda a vontade em aderir a essas acções ou a comprar a marca que se está a promover.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Classificação dos Vinhos da Dica da Semana - Lidl

Cada semana que passa é mais um vinho de aproximadamente 1,50 € que é classificado com notas de prova entre 80 e 100 pontos pelo "painel de enólogos da APE*" no Jornal Dica da Semana. Os vinhos classificados estão à venda no Lidl, raras são as vezes em que os conheço ou ouvi falar deles e os adjectivos utilizados, sempre majorativos, andam sempre em redor de  algo como "Bom", "Muito Bom", "Qualidade Comprovada", "Perfeito", etc. Não quero ser desconfiado ou coisa que o valha, mas o facto é que qualidade a bom preço parece ser por ali mesmo e, por outro lado,  este painel de provas sótem acesso a coisas muito boas. Que grande filão por ali existe.
Gostaria de saber, de entre aqueles que normalmente fazem do Lidl a sua garrafeira de eleição ou de ocasião, se estas notas de prova são realmente ajustadas à realidade do vinho apresentado e estou a perder néctar divino atrás de néctar divino, ou se, pelo contrário devo continuar afastado de tal adega. Esta semana temos o "Uvas Douradas 2008 Tinto, de 1,59€, com 82 pontos em 100 possíveis. Perfeito para consumo imediato, mas que na nota de prova temos "taninos evidentes mas sem equilíbrio" ou "termina com ligeiro amargor" ou ainda "aroma característico da casta predominante, marcadamente vegetal, lembrando folha de videira". Desculpem se não me sinto atraído por este espécimen de grande relação qualidade /preço.

*APE-Associação Portuguesa de Enologia (indicado pelo Jornal)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

As Horas do Douro - Documentário RTP 2

Assisti ontem, no canal 2 da RTP, ao Documentário "As Horas do Douro" de António Barreto e Joana Pontes e posso afirmar que fiquei surpreendido, um pouco nostálgico, com alguma saudade das experiências que foram sendo relatadas e por algumas pessoas que lá apareceram e que conheço. Este documentário, que se iniciou nas vindimas do ano de 2007 e que terminou em Janeiro de 2009, retrata a cultura do vinho na região duriense, a produção vinícola e as suas gentes ao longo de várias estações do ano. O título "As Horas do Douro", advém daqui mesmo. Segundo António Barreto, "foi concebido como os antigos Livros das Horas da Idade Média, que registavam para os reis e princesas as orações e os trabalhos agrícolas da semana e de cada mês, e muitos deles tinham iluminuras maravilhosas, que davam à vinha um relevo especial”.
Gostei especialmente do ênfase que se coloca nas gentes da "terra", nas suas experiências e vivências, no relatar em primeira pessoa de tudo o que já suaram no Douro e nas vindimas. Do passar das páginas, lentamente. Da presença de alguns dos grande nomes do Douro que acederam a participar neste documentário e dos interessantes planos de imagem, a fotografia, a cor e a banda sonora.
O único senão que coloco neste documentário é a imagem um pouco sombraceira e triste com que alguns planos são apresentados. Talvez dando a ideia de um passado trabalhoso, mas glorioso que aparenta estar neste momento suportado em poucos intérpretes de qualidade suficiente para continuar a fazer do Douro um local de excelência para a produção do vinho. Não acredito nessa imagem. Por um lado porque vivi já algumas vindimas enquanto garoto e pude perceber a alegria que existia em todo o processo. Por outro lado, porque continuo a conhecer "gente da terra" que continua com a mesma Paixão e alegria por esta vida.

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