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sábado, 11 de junho de 2011

Grande Prova Quinta do Noval - Wine O'Clock Lisboa

No passado dia 06/05/2011, na Wine O´Clock de Lisboa, estive presente na Grande Prova Quinta do Noval que contou com a presença e os comentários da Directora Comercial Rute Monteiro. Mais uma vez, parabéns à Wine O'Clock por conseguir proporcionar provas com esta qualidade.

Maria Mansa 2010 Branco
Cor amarela muito clara, quase incolor, muito brilhante e transparente. Aromas a liches, fruta tropical, alguma pêra cozida, muito fresco e algo adocicado. Na boca revela acidez fina, boca com presença, muito fresco e frutado, com muita lima. Termina com elegância. .

Maria Mansa 2007 Tinto
Cor rubi definida, límpida e com lágrima fluída. Aromas com destaque para a fruta vermelha madura, com notas florais e alguns baunilhados discretos. Boca a mostrar estrutura, com vivacidade com ligeira adstringência inicial. Ainda novo mostrar muita garra. Final persistente.

Cedro do Noval 2007 Tinto
Cor rubi de média concentração, intenso e vivo. Plano aromático inicialmente um pouco fechado muito devido a temperatura a que foi servido, mas abrindo aos poucos e mostrando muita fruta vermelha e boas notas florais acompanhadas de leves tostados, especiarias e madeira muito bem harmonizada com o conjunto. Na boca apresenta-se suave, com continuidade de presença da fruta, bem balanceado, com estrutura e um final de boca longo.

Labrador Syrah 2008 Tinto
Cor rubi central com ligeiro violetas no bordo do copo. Não totalmente opaco, todavia de elevada concentração. Aromas com fruta vermelha e preta, alguns florais e tostados. Na boca revela taninos suaves, maduros, mais uma vez com boa presença da fruta, muito equilibrado e complexo. Final de boca em crescendo.

Quinta do Noval Doc 2007 Tinto
Cor pupura d média concentração, com aromas intensos a fruta vermelha e preta, muita amora silvestre. Em fundo as notas florais, com tosta e especiarias presentes num conjunto bastante fresco. Na boca percebe-se um vinho com corpo, gordo e untuoso nos lábios, com muita fruta, boa acidez e muito equilibrado. Enche a boca toda.

Quinta do Noval Doc 2008 Tinto
Cor granada de média concentração, definida e atraente. Aromas intensos a fruta vermelha e preta bem madura, com madeira bem casada e com notas florais presentes. Na boca destaque para a suavidade, veludo, untuoso, gordo, um corpo espectacular. Com uma estrutura a garantir bom envelhecimento na certa. O ano de 2008 no Douro foi generoso. Guardar e aguardar.

Noval Tawny 10 anos
Cor alaranjado escuro, fazendo lembrar os tijolos maciços. Aromas com boa presença de fruta seca, com relevo para a noz, avelã e amêndoa, com algum iodado inicial. Suavidade na boca, com notas de caramelo e nozes. Final com alguma secura.

Noval Black
Cor muito negra, opaca, "preta". Muito concentrado. Aromas intensos a fruta vermelha e preta em compota, muita cereja espapaçada e algum cacau. Na boca nota relevante para o adocicado, fruta em compota, com boa estrutura e final de boca de médio comprimento.

Quinta do Noval LBV 2004
Cor rubi muito concentrado e fechado. Aromas muito elegantes a fruta vermelha em compota, sem excessos. Boca suave, sem álcool em desequilíbrio, muito figo seco, fruta passa, com notas adocicadas e algum melaço. Final de boca extenso, bem extenso. Muito bom.

Quinta do Noval Vintage 2008 
Cor quase opaca, muito escuro, concentrado e com lágrima duradoura e de aspecto melado. No nariz grande intensidade e complexidade. Fruta em compota, muito floral e fresco, verdadeiramente aliciante. Boca com muita pujança e vivacidade, com um equilíbrio notável de doce, estrutura de corpo e álcool. Excelente. O final de boca é duracell. Parece não ter fim e queremos que não tenha. Grande Porto, Grande Vintage.

sábado, 19 de junho de 2010

Wine O'Clock Lisboa: Prova com Cristiano Van Zeller

No passado dia 18, pela 19 horas na Wine O'Clock de Lisboa, foi dia de prova de vinhos com Cristiano Van Zeller. Cristiano Van Zeller tem já a sua marca na produção de vinhos do Douro, caracterizado pelo cunho pessoal e inovação que imprime aos seus vinhos que nada mais reflectem que a sua personalidade e prazer na produção destes verdadeiros néctares.
A prova começou por uma pequena introdução do próprio Van Zeller aos vinhos que iriamos provar e, por incrivel que pareça, até as terrivéis vuvuzelas foram chamadas à conversa antes da prova realmente começar.
Os vinhos a prova e preços na Loja Wineclock : Van Zellers Branco 2009 (8,75€), VZ Van Zellers Branco 2008 (24,35€), Rufo Tinto 2008 (8,75€), Van Zellers Tinto Reserva 2008, Quinta Vale D. Maria Tinto 2007 (24,50€), Van Zellers Rosé 2009 (8,75€), Vale D. Maria Reserve Porto (18,45€) e o VZ Porto Tawny 10 anos (18,95€). O Rufo 2008 ainda não se encontra à venda devido à aprovação do rótulo, mas não deve demorar muito a aparecer nas prateleiras da loja.
Quanto aos vinhos deixo de forma sucinta a minha singela opinião. Começámos pelo Van Zellers Branco 2009, de cor amarela bem clara e límpida, aroma citrino reconhecendo-lhe algumas notas de fruta mais doce. Na boca assume uma presença suave, de acidez reduzida e fresco. Um final de boca citrino. De seguida subimos na gama e surgiu nos nossos copos o VZ Branco 2008. Adorei o aroma. É bastante intenso, com muita fruta, abacaxi e alperce. Na boca demonstra ser mais complexo que o anterior, com equilíbrio e qualidade suficiente para fazer dele uma óptima escolha para uma refeição de Peixe grelhado. Passamos depois para os tintos com o Rufu 2008, um vinho com uma cor rubi bem definida, aroma com alguma intensidade a frutos vermelhos maduros. Na boca, apesar de uma nota inicial de adstringência, parece depois ganhar mais vida com o passar do tempo na boca e no copo. Taninos marcados e final de boca agradável. Continuámos com o Van Zellers Tinto 2008 Reserva que inicialmente, no nariz parecia quase não ter aroma. Achei estranho. Mas conforme foi abrindo começou a tornar-se mais presente e agradável a fruta vermelha bem madura. Na boca denota ser um vinho complexo, vivaz, de taninos bem presentes e com pujança para aguardar mais um tempo em garrafa. De seguida tivemos aquele que na minha opinião foi o melhor vinho da prova. O Vale D. Maria Tinto 2007. De cor purpura, no nariz apresenta um aroma intenso a fruta vermelha já bem madura, com notas de madeira e alguma baunilha. Na boca é uma maravilha. Taninos suaves, com corpolencia e equilíbrio, quase mastigável. É um vinho guloso e tem um final de boca muito prolongado. Depois provamos o Van Zellers Rosé 2009, um vinho jovem, de cor rosa/alaranjada clara e um aroma a fruta vermelha doce como a groselha. Na boca é fresco e de nível de acidez médio. Não há muitas notas de surpresa. É um vinho Rosé. Por fim passámos para os Portos. Primeiro o D. Maria Reserva, que segundo Van Zeller é um vintage, mas que assim não pode ser chamado. É bastante doce no inicio o que pode causar algum enfado, mas tem uma continuidade na boca muito boa. De seguida o VZ Porto Tawny 10 anos, menos doce que o anterior e mais equilibrado, sendo também uma boa escolha para quem gosta deste tipo de vinho.

Wine O'Clock Lisboa: Prova com Cristiano Van Zeller

No passado dia 18, pela 19 horas na Wine O'Clock de Lisboa, foi dia de prova de vinhos com Cristiano Van Zeller. Cristiano Van Zeller tem já a sua marca na produção de vinhos do Douro, caracterizado pelo cunho pessoal e inovação que imprime aos seus vinhos que nada mais reflectem que a sua personalidade e prazer na produção destes verdadeiros néctares.
A prova começou por uma pequena introdução do próprio Van Zeller aos vinhos que iriamos provar e, por incrivel que pareça, até as terrivéis vuvuzelas foram chamadas à conversa antes da prova realmente começar.
Os vinhos a prova e preços na Loja Wineclock : Van Zellers Branco 2009 (8,75€), VZ Van Zellers Branco 2008 (24,35€), Rufo Tinto 2008 (8,75€), Van Zellers Tinto Reserva 2008, Quinta Vale D. Maria Tinto 2007 (24,50€), Van Zellers Rosé 2009 (8,75€), Vale D. Maria Reserve Porto (18,45€) e o VZ Porto Tawny 10 anos (18,95€). O Rufo 2008 ainda não se encontra à venda devido à aprovação do rótulo, mas não deve demorar muito a aparecer nas prateleiras da loja.
Quanto aos vinhos deixo de forma sucinta a minha singela opinião. Começámos pelo Van Zellers Branco 2009, de cor amarela bem clara e límpida, aroma citrino reconhecendo-lhe algumas notas de fruta mais doce. Na boca assume uma presença suave, de acidez reduzida e fresco. Um final de boca citrino. De seguida subimos na gama e surgiu nos nossos copos o VZ Branco 2008. Adorei o aroma. É bastante intenso, com muita fruta, abacaxi e alperce. Na boca demonstra ser mais complexo que o anterior, com equilíbrio e qualidade suficiente para fazer dele uma óptima escolha para uma refeição de Peixe grelhado. Passamos depois para os tintos com o Rufu 2008, um vinho com uma cor rubi bem definida, aroma com alguma intensidade a frutos vermelhos maduros. Na boca, apesar de uma nota inicial de adstringência, parece depois ganhar mais vida com o passar do tempo na boca e no copo. Taninos marcados e final de boca agradável. Continuámos com o Van Zellers Tinto 2008 Reserva que inicialmente, no nariz parecia quase não ter aroma. Achei estranho. Mas conforme foi abrindo começou a tornar-se mais presente e agradável a fruta vermelha bem madura. Na boca denota ser um vinho complexo, vivaz, de taninos bem presentes e com pujança para aguardar mais um tempo em garrafa. De seguida tivemos aquele que na minha opinião foi o melhor vinho da prova. O Vale D. Maria Tinto 2007. De cor purpura, no nariz apresenta um aroma intenso a fruta vermelha já bem madura, com notas de madeira e alguma baunilha. Na boca é uma maravilha. Taninos suaves, com corpolencia e equilíbrio, quase mastigável. É um vinho guloso e tem um final de boca muito prolongado. Depois provamos o Van Zellers Rosé 2009, um vinho jovem, de cor rosa/alaranjada clara e um aroma a fruta vermelha doce como a groselha. Na boca é fresco e de nível de acidez médio. Não há muitas notas de surpresa. É um vinho Rosé. Por fim passámos para os Portos. Primeiro o D. Maria Reserva, que segundo Van Zeller é um vintage, mas que assim não pode ser chamado. É bastante doce no inicio o que pode causar algum enfado, mas tem uma continuidade na boca muito boa. De seguida o VZ Porto Tawny 10 anos, menos doce que o anterior e mais equilibrado, sendo também uma boa escolha para quem gosta deste tipo de vinho.

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