Mostrar mensagens com a etiqueta Herdade das servas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Herdade das servas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 12 de julho de 2011

Monte das Servas Escolha 2009

Características
Tipo: Tinto
Castas:
Aragonês, Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon
Região:
Alentejo
Teor Alcoólico:
14 %
Produtor:
Herdade das Servas
Preço: 5 € vap
 

Nota de Prova
Apresenta uma cor rubi com tonalidades violáceas, límpido, muito cativante e com óptimo aspecto. Nariz com presença intensa e marcante a frutos vermelhos maduros e algum floral, fresco e muito elegante. Na boca revela bom corpo, taninos suaves, algo untuoso, com um equilíbrio e  mantendo a sensação de fruta fresca. O final de boca é persistente, aveludado. Muito boa relação preço qualidade. Mais um vinho de uma casa que já me habituou a qualidade.

Classificação: 80/100

sábado, 26 de março de 2011

Vinha das Servas 2010

Características
Tipo: Branco
Castas:
Roupeiro, Antão Vaz e Arinto
Região:
Alentejo
Teor Alcoólico:
13,5 %
Produtor:
Herdade das Servas
Preço: 3,80 € vap
 

Nota de Prova
O Vinhas das Servas 2010 faz jus ao nível de qualidade que nos habituou e surge talvez ainda melhor que o seu antecessor. De cor citrina, muito cristalina e límpida. Atraente. No nariz muita fruta tropical, também com notas de lima madura, muito fresco. Na boca continua a revelar a fruta muito bem casada com o nível de acidez e uma frescura notável. O final de boca de média duração e frescura. Uma excelente opção qualidade /preço, não engana quem prova, fideliza. 

Classificação: 80/100

quinta-feira, 24 de março de 2011

Vinha das Servas 2009

Características
Tipo: Tinto
Castas:
Aragonez, Trincadeira, Syrah e Alicante Bouschet
Região:
Alentejo
Teor Alcoólico:
13,5 %
Produtor:
Herdade das Servas
Preço: 3,80 € vap
 

Nota de Prova
Um exemplo de uma excelente relação qualidade/preço. Este Vinha das Servas apresenta uma cor rubi correcta, límpida e muito atraente. O meu primeiro destaque vai, no entanto,o para a parte olfactiva. Aromas a fruta vermelha madura, com notas de especiarias que resultam em notas gulosas persistentes ao longo de toda a prova ou refeição. Interessante a forma como vai evoluindo no copo. Na boca revela-se muito suave, correcto, muito equilibrado e redondo e que me pareceu muito polivalente em termos gastronómicos. Um vinho que pode muito bem ser a nossa companhia do dia a dia sem muito impacto na nossa carteira.

Classificação: 76/100

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Monte das Servas Colheita Seleccionada 2009

Monte das Servas CS 2009 Branco

Características
Tipo:
Branco
Castas:
Roupeiro, Arinto, Verdelho e Antão Vaz
Região: Alentejo
Teor Alcoolico: 14,5%
Produtor:
Herdade das Servas
Preço: 8 € pvp

Nota de Prova
A primeira vez que provei este Branco foi na própria Herdade das Servas. A primeira impressão não foi enganadora. Agora em casa pude confirmar tudo o que me levou a pensar estar na presença de um Grande Branco do Alentejo e de Portugal e sem ser por um preço proibitivo.
A sua cor cítrica levemente alourada, muito brilhante é desde logo cativante. No plano aromático de notar a sua intensidade a frutos tropicais bem maduros, desde logo guloso e com bem integrados salpicos de mel. Na boca sente-se a sua complexidade, de bom corpo, com continuidade de fruta e as já anteriormente sentidas notas de mel. Muito boa acidez e um final fresco e longo. Muito gastronómico. A acompanhar umas Tapas Alentejanas, Ameijoas à Bolhão Pato, uma Sopa de Cação ou um Bacalhau no Forno torna-se de facto um companheiro de eleição.

Classificação: 82/100

sábado, 22 de janeiro de 2011

Visita à Herdade das Servas

No passado dia 20 de Janeiro, a convite do Produtor, visitei a Herdade das Servas, em Estremoz. A visita compreendia conhecer a vinha do Azinhal (90 ha), a vinha da Judia (55 ha) e a vinha das Servas (55 ha), a Adega situada na Herdade das Servas e a prova do Herdade das Servas Touriga Nacional 2003, 2004, 2005 e 2006 harmonizada com pratos especialmente criados para esta ocasião pelo conceituado Chefe Augusto Gemelli.A Touriga Nacional, casta na qual a Serrano Mira - Sociedade Vinícola SA, sob a chancela Herdade das Servas, decidiu apostar desde sempre, é trabalhada na vinha por Carlos Mira e na Adega pelos Enólogo Luís Mira e Tiago Garcia. O resultado tem sido a produção de vinhos de elevado potencial de envelhecimento e sentido gastronómico.
A visita em si começou com a nossa chegada à Herdade, e com a degustação de tapas alentejanas de queijo e enchidos da região , acompanhadas com o Monte das Servas Branco Colheita Seleccionada 2009. Um casamento perfeito. Um branco de aromas intensos a fruta tropical bem madura , com notas de mel dando uma sensação de doce. Na boca continua a sentir-se a fruta, com corpo, untuoso até, com muita complexidade e elegância. A temperatura andava na ideal.
Devido às condições meteorológicas não foi possível a visita às vinhas, pelo que passamos de imediato à Adega. Acompanhados pelos actuais administradores da Serrano Mira - Sociedade Vinícola SA, foi-nos dado a conhecer uma Adega moderna, equipada com a mais actual tecnologia de recepção, vinificação e envelhecimentos de vinhos, e que dão origem a tintos, brancos e rosés de elevada qualidade, quer para o mercado nacional quer para exportação, sob as marcas Herdade das Servas, Monte das Servas e Vinha das Servas. Por falar em exportação, este é um dos principais desafios que actualmente a Herdade das Servas tem em mãos. Os seus vinhos estão já presentes em países como a Alemanha, Angola, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Suíça e outros. No decorrrer desta parte da visita, observámos ainda a linha de enchimento e de todas as questões colocadas recordo-me especialmente de uma que aqui faço especial referencia.
Foi perguntado se a Herdade das Servas não estaria a pensar em apostar também no emergente Bag-In-Box à qual se ouviu uma quase imediato a seguinte resposta do Luís Mira: " Enquanto puder evitar vou passar ao lado do Bag-In-Box. Nunca gostei da ideia de vinho "engarrafado" em sacos plásticos." Assino por baixo.
O espaço na Herdade das Servas tem ainda lugar para uma sala de provas, um restaurante com capacidade para 80 pessoas e a indispensável loja da Herdade.
Seguimos então para o almoço apresentado previamente com particular detalhe pelo Chefe Augusto Gemelli e que permitiu perceber muito bem o porquê da escolha de cada ingrediente em face dos Herdade das Servas Touriga Nacional que iria ser dados a provar.
De entre os Touriga Nacional servidos a minha preferência recaiu, outra vez, no de 2003. Com muita fruta vermelha madura, floral, especiarias, alguma tosta e especialmente com muita frescura. Continuo a ser surpreendido, pela positiva, por este vinho que parece estar cada vez melhor sem perder a frescura e elegância com o passar dos anos. Como parceiro do "Carpaccio" de Espadarte marinado sobre creme de grão de bico ao cominho, portou-se com distinção. Tanto o vinho como a comida andaram lado a lado sem se anularem um ao outro.
O Touriga Nacional 2004 acompanhou também com notável perfeição o Polvo caramelizado e fumado em cama de "papa" de tomate e hortelã. Também muito frutado de aromas, com especiarias e a notar-se um pouco mais a madeira. Na boca apresentada bom corpo, volume e ainda muita garra. Grande envelhecimento.
Destaco ainda a prova, não esperada, do Herdade das Servas Touriga Nacional 2008. Ou muito me engano ou temos aqui mais um diamante. Ainda não está para breve a sua comercialização pois ainda necessita de repouso, mas demonstra já qualidades premonitórias de mais um vinho de qualidade acima da média e com capacidade para se tornar em mais um clássico desta casa. Bom trabalho a toda a equipa.
Quanto à ementa destaco o "Ravioli" de massa de espinafres recheado com farinheira de presunto e azeitona e o "Carpaccio" de espadarte marinado sobre creme de grão de bico ao cominho. Adorei. Nota especial para o "Bolinho" de maçã com caril. O sabor oriental transmitido pelo caril funciona de forma interessante na relação com a maçã. Tenho de experimentar umas coisinhas.
Por último, um agradecimento especial a toda a Herdade das Servas, mas em especial à Luís Mira, ao Carlos Mira, ao Tiago Garcia, ao Artur Diogo e à Joana Pratas, ao Chefe Augusto Gemelli pela excelente harmonização e pela sua forma de estar sempre disponível, e a todos os restantes convidados que de uma forma ou de outra, pela interacção que se estabeleceu no grupo, foram também chave para o sucesso deste evento.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Prova Horizontal Herdade das Servas Touriga Nacional

Hoje, na Coisas do Arco do Vinho, teve lugar uma prova horizontal da Herdade das Servas Touriga Nacional - 2003 a 2006, prova esta conduzida pela equipa de enologia permanente: Luis Mira e Tiago Garcia.
Em primeiro lugar, uma referência para a Loja Coisas do Arco do Vinho, que continua a apostar na divulgação do Vinho, na realização de provas comentadas e pelo próprio espaço em si bem acolhedor e com muitas surpresas nas suas prateleiras.
Depois a prova em si, na qual foram servidos quatro Herdade das Servas Touriga Nacional relativas aos anos de 2003 a 2006.
O 2003 abriu a prova. Um vinho que apesar da sua cor já um pouco marcada pelo tempo exibia a nivel do nariz um leque de aromas bastante exuberante. Frutado e floral no inicio, para um final de prova com notas especiadas, de fumo e algum cacau. Um vinho com estrutura e a convidar a uma nova prova daqui a mais 3 ou 4 anos com a certeza de um envelhecimento de qualidade.
De seguida o 2004, que foi o que mais apreciei, com notas aromáticas já um pouco diferentes do 2003 e a demonstrar na boca a verdadeira diferença. Complexo e estrturado, muito corpulento e pujante de vida. Também aqui a prova mais prolongada fez com que me apercebesse da evolução bastante interessante em copo. Um final onde as notas aromáticas mais fumadas e especiadas se notaram com mais relevância.
Logo depois o 2005. Diferente. Aroma com notas mentoladas a sobresairem do conjunto a transmitirem frescura ao vinho. Talvez um vinho que, numa prova cega, dificilmente o ligaria à Touriga Nacional. Talvez o vinho que tenha ficado em 4º no top da prova. Ainda assim um vinho muito interessante e com um final muito em linha com os anteriores, especiado, fumado, o cacau muito ao de leve e alguma flor de laranjeira.
Por último, o 2006 também ele em sequência do anterior. No primeiro contacto o mesmo aroma mentolado e fresco,, tipo after-eight, mas agora mais exuberante. Nota de relevo para um final onde aparentemente o mentol cai e surge a folha de laranjeira.
Aceitando o repto do Artur Diogo, lá estarei no LX Factory para provar o reserva da Herdade das Servas e o branco... se ainda houver.

Prova Horizontal Herdade das Servas Touriga Nacional

Hoje, na Coisas do Arco do Vinho, teve lugar uma prova horizontal da Herdade das Servas Touriga Nacional - 2003 a 2006, prova esta conduzida pela equipa de enologia permanente: Luis Mira e Tiago Garcia.
Em primeiro lugar, uma referência para a Loja Coisas do Arco do Vinho, que continua a apostar na divulgação do Vinho, na realização de provas comentadas e pelo próprio espaço em si bem acolhedor e com muitas surpresas nas suas prateleiras.
Depois a prova em si, na qual foram servidos quatro Herdade das Servas Touriga Nacional relativas aos anos de 2003 a 2006.
O 2003 abriu a prova. Um vinho que apesar da sua cor já um pouco marcada pelo tempo exibia a nivel do nariz um leque de aromas bastante exuberante. Frutado e floral no inicio, para um final de prova com notas especiadas, de fumo e algum cacau. Um vinho com estrutura e a convidar a uma nova prova daqui a mais 3 ou 4 anos com a certeza de um envelhecimento de qualidade.
De seguida o 2004, que foi o que mais apreciei, com notas aromáticas já um pouco diferentes do 2003 e a demonstrar na boca a verdadeira diferença. Complexo e estrturado, muito corpulento e pujante de vida. Também aqui a prova mais prolongada fez com que me apercebesse da evolução bastante interessante em copo. Um final onde as notas aromáticas mais fumadas e especiadas se notaram com mais relevância.
Logo depois o 2005. Diferente. Aroma com notas mentoladas a sobresairem do conjunto a transmitirem frescura ao vinho. Talvez um vinho que, numa prova cega, dificilmente o ligaria à Touriga Nacional. Talvez o vinho que tenha ficado em 4º no top da prova. Ainda assim um vinho muito interessante e com um final muito em linha com os anteriores, especiado, fumado, o cacau muito ao de leve e alguma flor de laranjeira.
Por último, o 2006 também ele em sequência do anterior. No primeiro contacto o mesmo aroma mentolado e fresco,, tipo after-eight, mas agora mais exuberante. Nota de relevo para um final onde aparentemente o mentol cai e surge a folha de laranjeira.
Aceitando o repto do Artur Diogo, lá estarei no LX Factory para provar o reserva da Herdade das Servas e o branco... se ainda houver.

LinkWithin

free web counter