CaracterísticasTipo: Tinto
Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca
Região: Douro
Teor Alcoolico: 14 %
Produtor: Vincent Bouchard
Preço: -€ vap
Agradecimento
Uma palavra de agradecimento à Quinta do Tedo pela atenção demonstrada para com o Blog Comer, Beber e Lazer na oferta para prova desta garrafa.
Acerca do Vinho (Rótulo)
Vincent Bouchard farms 15 hectares of terraced vineyards within an ecological reserve, at the confluence of the Tedo and Douro Rivers. This is the heart of the Douro Valley and the vineyards are rated A by the Portuguese authorities, equal to grande cru. Moreover, as a "single quinta" all of the farms's grapes are estate grown. This sun-drenched vines grow in schist soil and slope dramatically down to the rivers: a feast to the eyes and the source of excellent dry and sweet wines. Using remarkable indigenous grapes, the Quinta makes this richly-layerd dry Douro wine.
Nota de Prova
Um vinho diferente. Muito pouco comercializado em Portugal esta foi uma oferta da Quinta do Tedo que apreciei bastante. Na prova surpreendeu-me de imediato a cor. Um rubi muito profundo, sangue, com alguns laivos violetas. Muito limpido e brilhante. Depois, no nariz, a intensidade da fruta vermelha e preta bem madura inundou-me a imaginação. Notas fugazes de baunilha e madeira completam o bouquet. Na boca é corpolento, com bom equilibrio entre a fruta e a madeira, com a continuidade da fruta em bom plano e um final de boca espantoso.
Classificação: 82/100 ou 16,5/20
O Quinta do Tedo 2007, galardoado com a prata no International Wine & Spirit Competition 2009, agradou-me particularmente pelo seu aroma intenso a fruta vermelha e preta bem madura, com traços de baunilha e laranja muito bem encorporados. É um vinho que irei ter oportunidade de uma prova mais atenta devido à gentil oferta da casa. Depois o Quinta do Tedo Reserva 2006, este galardoado com a prata no Decanter World Wine Awards 2009, um vinho também ele rico em aromas a fruta vermelha e preta bem madura, mas aqui mais madeira e especiaria. Um vinho com mais estrutura e pedir um cantinho sossegado durante mais uns anos na garrafeira. Por fim, o Quinta do Tedo Grande Reserva Savedra 2007, um vinho com taninos bem definidos, elegante, sólido e com um final de boca bastante prolongado. Muito bom este tinto.
Passei de seguida aos Portos da casa. Primeiro o Quinta do Tedo Porto Fine Tawny com a sua cor tipo tijolo cozido em fornos à antiga, um acastanhado/alaranjado bem definido e na boca muito suave, volumoso e com um final doce mas equilibrado. O Quinta do Tedo Porto Finest Reserve manteve a linha de subida de qualidade. Mais anos de espera num rubi bem conseguido. A finalizar, o Quinta do Tedo Porto LBV 2003, prata no Decanter World Wine Awards 2009 e International Wine & Spirit Competition 2009, de cor rubi mais profunda e com alguns traços violetas, com estrutura, corpo, taninos aveludados e um final longo e persistente, e o Quinta do Tedo Vintage 2007, também ele premiado no Winespectator Vintage 2007 Barrel Tasting e International Wine & Spirit Competition 2009, apresentando um rubi já de tonalidade bem retinta, muito frutado, elegante e complexo no nariz e suave, corpulento, com muita aroma e um final que quando cheguei ao hotel na Régua ainda o sentia.