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quarta-feira, 12 de março de 2014

Joaquim Arnaud | Matança do Porco e Novas Colheitas

A Matança do Porco é um dos dias mais especiais da tradição alentejana rural. É mesmo um dia de festa, entre familiares e amigos. Um dia “bem comido e bebido”! Assim foi em Pavia, em pleno Alentejo, com Joaquim Arnaud, seus Familiares e Amigos, num dia cheio de vida, com gastronomia bem tradicional e as novas colheitas, algumas ainda não rotuladas, dos vinhos do produtor Joaquim Arnaud.

Apesar de não assistirmos à matança do Porco, foi com surpresa que em poucos minutos assistimos ao desmanche de um nobre animal de 24 meses de vida no campo, alimentação o mais natural possível e um porte espectacular. Uma experiência diferente e enriquecedora. Desde o momento em que, pendurado pelas patas traseiras no Chambaril até ao momento em que, numa fogueira de chão, se começou a ouvir os estalidos crepitantes do sal a cair da carne para a brasa foi um verdadeiro relâmpago. O que um par de mãos ensinadas pelo tempo e uma simples faca afiada conseguem fazer em pouco tempo. 

Depois toda a experiência gastronómica. Desde a Chachola, aos grelhado do porco apenas temperados com sal acompanhado por fatias de pão Alentejano e vinho. Vinho alentejano e produzido pelo mesmo Homem que cria os porcos quase em estado selvagem e que depois se tornam num regalo em qualquer mesa. Qualidade, Sabor e Tradição.

Prosseguimos neste dia com a visita à Adega de Joaquim Arnaud e aqui pudemos observar os métodos de produção também eles bastante diferentes do habitual. A aposta não é na tecnologia mais avançada do momento, a aposta é fazer vinhos com caracter, com qualidade acima da média e respeitando a tradição e o meio envolvendo. 

Fica ainda na memória, e ficará durante bastante tempo, o que só pelas imagens é possível descrever. Um mundo à parte da história rural da região e da história de Portugal.
Mais fotografias deste dia aqui.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Cogumelo Pleurothus à Bulhão Pato

Gosta de Ameijoas à Bulhão Pato? E que tal experimentar esta delicia da terra com este gastronómico aroma e sabor? O resultado é magnifico. Funciona como entrada.

Ingredientes:
- 250g Cogumelos Pleurothus
- 2 Dentes de Alho
- Coentros
- Azeite
- 1/2 Cálice de Vinho Branco
- 1/2 Limão
- Sal

Preparação:
Comece por lavar muito bem os cogumelos em água corrente e reserve. Numa frigideira coloque ao lume duas colheres de sopa de azeite e os dentes de alho picados. Quando o alho picado começar a alourar junte o vinho branco e logo de seguida os cogumelos. Coloque agora sal a gosto. Entretanto pique finamente os coentros e junte aos cogumelos na frigideira. Deixe apurar durante cerca de 7/8 minutos. Desligue o lume e regue com sumo de 1/2 limão. sirva de imediato. Acompanha na perfeição um verde fresquinho.

sábado, 16 de julho de 2011

Baco por José Franco

José Franco (1920-2009), Oleiro, Ceramista e Escultor Português, cuja obra se pode encontrar principalmente na arte-sacra, sendo por isso conhecido em todo o mundo, podendo encontrar-se obras da sua autoria inclusivamente no Vaticano. No entanto, a sua obra mais conhecida e popular será a Aldeia típica de José Franco (Sobreiro, Mafra). Construção em miniatura de uma aldeia saloia do início do século XX, onde podem ser apreciadas cenas da vida da época, realizadas por bonecos mecanizados, principalmente movidos a água, bem como, lojas em miniatura que ilustram as mais diversas profissões, muitas delas, hoje em dia, completamente abandonadas. Aqui alguns exemplos da sua obra com ligações ao mundo do vinho Português.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Morcelas Doces

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Estas também são típicas lá da terrinha. A Morcela Doce é um enchido tradicional do norte de Portugal que era sempre feito após a matança do porco. Não vou aqui dar a receita da mesma, mas apenas dar a conhecer esta delicia que pouco hoje em dia se vê à venda. Pedi aos meus Pais que me trouxessem umas para recordar e, de facto, continuo a gostar de encontrar aqueles pedacinhos de amendoa e o sabor leve a mel. Basta cozer em água durante aproximadamente 30 minutos, deixar arrefecer e aiiiiii barriguinha.

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Estas também são típicas lá da terrinha. A Morcela Doce é um enchido tradicional do norte de Portugal que era sempre feito após a matança do porco. Não vou aqui dar a receita da mesma, mas apenas dar a conhecer esta delicia que pouco hoje em dia se vê à venda. Pedi aos meus Pais que me trouxessem umas para recordar e, de facto, continuo a gostar de encontrar aqueles pedacinhos de amendoa e o sabor leve a mel. Basta cozer em água durante aproximadamente 30 minutos, deixar arrefecer e aiiiiii barriguinha.

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