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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Kopke 375 Edição Especial Porto Colheita 1940

A mais antiga casa de vinho do Porto celebra os seus 375 anos e apresentou hoje, no Solar do Vinho do Porto, a Edição Especial Kopke 375º Aniversário. Uma edição especial Porto Colheita 1940. Hoje celebra-se o culminar de quase quatro séculos de excelência artesanal, de tradições passadas ao longo de gerações que inspiraram o conhecimento e a inovação.
Notabilizada pela qualidade excepcional na categoria Colheita, a Kopke decidiu brindar a data com o lançamento de uma edição muito limitada de 375 garrafas de Kopke Porto Colheita 1940. A simbologia desta escolha do ano representa a data em que as associações comerciais do Porto e Lisboa homenagearam a Kopke, reconhecendo-a formalmente como a mais antiga casa de Vinho do Porto. 
 
Este Kopke Porto Colheita 1940, que viria a repousar ao longo de 73 anos no casco Nº 10053, uma pequena barrica de carvalho de 580 litros, envelhecendo e aprimorando a sua essência sob o olhar atento da equipa de tanoeiros e dos mestres provadores da casa. 
Deste modo, tiveram os presentes a honra e o prazer de provar a edição “Kopke 375”, ultralimitada e numerada,que estará no mercado a um valor de 680€ por garrafa.

KOPKE 375 ED. ESPECIAL PORTO COLHEITA 1940
Surpreende este Porto de cor rubi avermelhada sem mostrar a sua idade já de 73 anos. No nariz surge muito elegante, com notas de fruta seca, muito figo seco, alguma ameixa, nozes, passando por notas especiadas e cravinho muito equilibradas. Na boca mostra-se um Colheita à antiga, entra pujante e agressivo, cheio de vida e frescura, mostrando-se ainda jovem e enérgico. Depois descansa e marca com suavidade o palato, cremoso, com a fruta seca e passa bem colocada entre a boa especiaria, acidez e um toffee / caramelo final delicioso. O final de boca é longo, elegante e fresco. Provei e de seguida bebi. 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Portuguese Wine Bloggers: Visita ao Porto: Sogevinus Parte 2

Depois da visita às Caves da Cálem e da excelente prova de Vinhos do Porto saímos em direcção ao armazém da Cálem junto da Ponte D. Luís. Aqui a visita centrou-se na observação do espaço onde estão os Vintages da casa em torpe adormecimento à espera do momento certo para serem abertos e deliciarem o mais exigente consumidor. Pouca luz, humidade, gelado, o som da água a passar por entre as paredes. Excelente ambiente.Arrepiamos caminho até ao local onde iríamos almoçar. Um sala na continuidade deste edifício com uma vista privilegiada para o Douro, para a Ponte D. Luís, para a cidade do Porto e para a Ribeira. Acolhedora, luminosa e elegante. Por alguns minutos ali ficámos, acompanhados pelo Portonic, Porto Cálem Rosé e Burmester White. Deliciosa paisagem.A ementa, da qual destaco o folhado de cogumelos e gambas com molho rico do mar e açafrão, foi acompanhada pelos seguintes vinhos:
Curva Reserva Branco 2009 DOC Douro: Cor de uma amarelo muito leve, com aromas citrinos, muito fresco, mineral e bem integrado com o estágio em madeira. Na boca destaco o a sensação de volume e o nível de acidez muito equilibrado. Fresco, elegante e com um final bastante longo.
Kopke Reserva Tinto 2008: Cor purpura/rubi muito concentrada e profunda, muito atrativo. Um nariz de uma intensidade aromática muito interessante, muita fruta vermelha e negra, com notas florais, guloso só de sentir os aromas. Na boca sente-se alguma pujança, poderoso na estrutura, taninos presentes mas aveludados. Daqueles que gostamos desde o inicio. Aqui destaco a relação qualidade/preço muito apetecível.
Casa Burmester Tinto 2008: Um tinto bastante diferente do anterior. Preferia não ter de escolher entre nenhum deles pois sei que ficaria igualmente satisfeito. Aqui os aromas são mais de fruta preta bem madura e de cereja daquela que pinta as mãos. Interessantes notas de de cacau/chocolate. Na boca o equilíbrio é constante, assim como a sensação fresca de fruta. O final expressivo e distinto marca a boca de forma deliciosa.A sobremesa foi uma continuação da prova anterior com uma selecção de Portos Colheita.
Mais uma vez o meu muito obrigado à Sogevinus e ao Pedro Sá, à Cátia Moura, ao António Montenegro e à Joana Gonçalves pela disponibilidade de nos terem aturado toda a manhã.

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