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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Novos vinhos da Lavradores de Feitoria em Harmonia com Mexilhões - Live Cooking‏ no Be|Bel Bistro

A apresentação das novas colheitas de Branco e Rosé da Lavradores de Feitoria decorreu no passado 4 de Setembro no Restaurante Be|Bel Bistro aliada a uma acção de Live Cooking de três receitas de Mexilhões. Um forma diferente de apresentar novos vinhos, com a parte gastronómica a fazer parte do evento, mas acompanhando a realização dos pratos com os quais iriamos degustar os vinhos.

Com mestria, Nele Duportail conduziu-nos com muita interactividade e descontração pelas malhas -simples- de cozinhar os mexilhões de três formas distintas. Moules Marinière (manteiga, cebola, louro, aipo, tomilho, vinho branco, pimento preta), harmonizado com Três Bagos Branco 2011; Moules et Frites à Nele Duportail (manteiga, cebola, louro, alho com casca, tomate, oregãos, natas e erva doce ou Ricard), com Lavradores de Feitoria Rosé 2012; e Moules à la Provençale (azeite, bacon, cebola, alho, louro, tomilho, pimento vermelho, malaguetas, curgete, erva de Provence, vinho branco, tomate seco, açúcar, pimento preta, molho de tomate e pistou), com Três Bagos Sauvignon Blanc 2012. O welcome drink foi acompanhado por muita e boa conversa juntamente com o Lavradores de Feitoria Branco 2012 e o Três Bagos Branco 2012.

Lavradores de Feitoria 2012 | Branco | PVP 3,99€
Entrada de gama da marca que apresenta cor amarelo citrino, com ligeiras nuances palha seca, aspecto limpo. Aromas a fruta exótica madura, com notas perfumadas a flores brancas e algum mel quando a temperatura sobe. Na boca perfil frutado e fresco, acidez equilibrada, como se deseja para descontraídamente o beber em boa companhia, pronto a beber.

Três Bagos 2012 | Branco | PVP 6,00€
Um branco que queremos juntar à mesa. Cor amarelo citrino e de aspecto límpido. No nariz mostra-se elegante, fruta citrina com notas florais, fino. Acidez vivaz na boca, perfil citrino, maça verde, alguma secura e ligeiro traço vegetal no fim de boca. Final fresco e elegante.

Três Bagos 2011 | Branco | PVP 6,00€
Este foi o primeiro branco provado em harmonia com comida. Neste caso, Moules Marinière. A sua frescura e acidez foram companheiras de eleição para os mexilhões onde o aipo picado sobressaia e o toque ligeiramente untuoso do seu molho pedia por este vinho.
Cor amarelo citrino e límpido de aspecto visual. Aromaticamente de boa intensidade, elegante, com fruta citrina e frescura. Boca com boa acidez, equilibrada com a fruta citrina, voltando a reforçar a elegância do mesmo. Final longo.

Lavradores de Feitoria 2012 | Rosé | PVP 3,99€
Este rosé foi servido com Moules et Frites. Um prato que chamava por dias mais outonais, mais melancolia e em que sabe bem comer algo quente e consistente. Este 100% Touriga Nacional juntou-se muito bem a este quadro e por momentos sentimos que o ideal seria continuar em amena cavaqueira ao redor da taça e do copo.
Cor rosado intenso, quase vermelho, fazendo lembrar a cor da gelatina de morango. Aromas frutados de intensidade média a fruta vermelha fresca, groselha e alguma cereja. Na boca surge com volume, robusto para um rosé, com boa estrutura e acidez repenicada. Sem dúvidas um rosé de refeição.

Três Bagos Sauvignon Blanc 2012 | Branco | PVP 8,50€
Por último, para harmonisar com Moules à la Provençale, um prato de traços quentes e em que a malagueta e o pimento vermelho lhe conferiam força, um Sauvignon Blanc complexo, exuberante e com acidez acutilante apropriada ao que iríamos comer.
Cor amarelo citrino, nuances esverdeadas e aspecto limpo. No nariz mostra-se complexo, traço vegetal e mineral, algum espargo, citrinos e hortelã da ribeira. Na boca um branco com volume, acidez lá em cima, a trazer da parte aromática para a prova de boca. Final de boca longo.

domingo, 11 de setembro de 2011

Gadiva 2007

Características
Tipo: VinhoTinto
Castas: Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional
Região: Douro
Teor Alcoólico: 13 %
Produtor: Lavradores de Feitoria
Preço: 2,50€ vap

Nota de Prova
Começa a ser hábito encontrar bons vinhos a baixo preço estejam eles em promoção ou no preço normal. Este acabou por ser mais um a confirmar este recente regra. Apresenta cor rubi definida, com alguns laivos avermelhados. Plano aromático de intenso frutado a frutos vermelhos e pretos silvestres bem maduros, com ligeiras notas baunilhadas e alguma especiaria em fundo. Na boca tem uma entrada muito suave, pé ante pé, muito correcto e eequilibrado e até algo guloso. Sente-se que se deve beber o mais rápido possivel pois está a perder alguma vivacidade, todavia ainda conduzindo a uma bela prova. Final de boca persistente.
Pede gastronomia e companhia. Feitas as contas consegue-se fazer boa figura com pouco dinheiro gasto.

Classificação: 76/100

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Prova Lavradores de Feitoria - Coisas do Arco do Vinho

Hoje, na Loja Coisas do Arco do Vinho, com os comentários do Enólogo Paulo Ruão, teve lugar uma Prova de vinhos da Lavradores da Feitoria, na qual foram servidos o Três Bagos Sauvignon Blanc 2009, o Meruge 2007, o Quinta da Costa das Aguadeiras Tinto 2007 e o Três Bagos Grande Escolha 2007.
Antes de começar, vou mais uma vez dar os meus parabéns à Coisas do Arco do Vinho pela continuidade na aposta em qualidade das provas propostas; dar os parabéns à Lavradores de Feitoria pela comemoração de uma década de vida de um projecto que continua a crescer; e parabéns aos participantes nas provass cada vez mais participativos juntando-se assim à prova dos vinhos a conversa acerca dos vinhos.
Começámos então a prova pelo Três Bagos Sauvignon Blanc 2009. Um vinho de cor citrina, muito limpida e detentor de uma exuberância aromática notável. Adorei. Notas florais e muita fruta tropical madura em destaque, muito elegante. Na boca, o destaque para o equilibrio da acidez com a fruta, com estrutura e corpo perfeitos. Com um final de boca bastante longo, este é um branco a não perder.
Seguimos para os tintos com o Meruge 2007. E que dizer? Detentor de uma cor rubi/violácea escura e com um verdaeiro perfume a fruta vermelha bem madura, revela-se na boca um vinho portentoso, com equilibrio entre a madeira, taninos e acidez em perfeito estado. Muito sedoso no paladar, quase mastigável e dono de um final commmmmprido. Guardar uma destas garrafas para daqui a 2/3 anos é o conselho.
Depois, um vinho oposto ao anterior, todavia na mesma rota de qualidade: O Quinta da Costa das Aguadeiras 2007. Tonalidade vermelha vivaz e intensa, com nariz a fruta, algum chocolate, mas não em excesso, alguma intensidade, mas algo contida. Na boca sente-se um vinho com pujança, de taninos gordos e redondos. Tudo correcto com a harmonia em plano de destaque. Sinceramente mais pronto para o copo que o anterior, mas o ideal serão duas garrafinhas. Uma para beber o quanto antes e outra para daqui a um par de anos... se aguentar a espera.
Por último, o topo da Lavradores de Feitoria. e agora em lançamento: O Três Bagos Grande Escolha 2007. Cor vermelho escuro, profundo, opaco mesmo, revela aromas intensos a fruta vermelha, a especiarias e fumados. Na boca denota força com elegância, corpulento, cheio, com estrutura e complexidade. A fruta continua a aparecer, sempre muito bem casada com a madeira e os seus taninos bem firmes. O final de boca persistiu durante muito tempo, sempre com notas de fruta presentes.
Uma Grande prova com uma longa conversa com o Paulo Ruão e o lembrar de Terras do Douro e de um restaurante: o Restaurante O Artur de Carviçais... marca sempre.

Prova Lavradores de Feitoria - Coisas do Arco do Vinho

Hoje, na Loja Coisas do Arco do Vinho, com os comentários do Enólogo Paulo Ruão, teve lugar uma Prova de vinhos da Lavradores da Feitoria, na qual foram servidos o Três Bagos Sauvignon Blanc 2009, o Meruge 2007, o Quinta da Costa das Aguadeiras Tinto 2007 e o Três Bagos Grande Escolha 2007.
Antes de começar, vou mais uma vez dar os meus parabéns à Coisas do Arco do Vinho pela continuidade na aposta em qualidade das provas propostas; dar os parabéns à Lavradores de Feitoria pela comemoração de uma década de vida de um projecto que continua a crescer; e parabéns aos participantes nas provass cada vez mais participativos juntando-se assim à prova dos vinhos a conversa acerca dos vinhos.
Começámos então a prova pelo Três Bagos Sauvignon Blanc 2009. Um vinho de cor citrina, muito limpida e detentor de uma exuberância aromática notável. Adorei. Notas florais e muita fruta tropical madura em destaque, muito elegante. Na boca, o destaque para o equilibrio da acidez com a fruta, com estrutura e corpo perfeitos. Com um final de boca bastante longo, este é um branco a não perder.
Seguimos para os tintos com o Meruge 2007. E que dizer? Detentor de uma cor rubi/violácea escura e com um verdaeiro perfume a fruta vermelha bem madura, revela-se na boca um vinho portentoso, com equilibrio entre a madeira, taninos e acidez em perfeito estado. Muito sedoso no paladar, quase mastigável e dono de um final commmmmprido. Guardar uma destas garrafas para daqui a 2/3 anos é o conselho.
Depois, um vinho oposto ao anterior, todavia na mesma rota de qualidade: O Quinta da Costa das Aguadeiras 2007. Tonalidade vermelha vivaz e intensa, com nariz a fruta, algum chocolate, mas não em excesso, alguma intensidade, mas algo contida. Na boca sente-se um vinho com pujança, de taninos gordos e redondos. Tudo correcto com a harmonia em plano de destaque. Sinceramente mais pronto para o copo que o anterior, mas o ideal serão duas garrafinhas. Uma para beber o quanto antes e outra para daqui a um par de anos... se aguentar a espera.
Por último, o topo da Lavradores de Feitoria. e agora em lançamento: O Três Bagos Grande Escolha 2007. Cor vermelho escuro, profundo, opaco mesmo, revela aromas intensos a fruta vermelha, a especiarias e fumados. Na boca denota força com elegância, corpulento, cheio, com estrutura e complexidade. A fruta continua a aparecer, sempre muito bem casada com a madeira e os seus taninos bem firmes. O final de boca persistiu durante muito tempo, sempre com notas de fruta presentes.
Uma Grande prova com uma longa conversa com o Paulo Ruão e o lembrar de Terras do Douro e de um restaurante: o Restaurante O Artur de Carviçais... marca sempre.

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