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quinta-feira, 13 de março de 2014

Garrafeira Wines 9297 | Uma Garrafeira à Porta de Casa

A Garrafeira Wines 9297 nasceu à pouco tempo em Telheiras. Projecto familiar que se reflecte no nome da mesma sendo o 9297 os anos de nascimento dos filhos do casal Helena Pereira Muelle e Alberto Muelle Goldstein.

Na minha visita recente à Wines 9297, no âmbito de uma prova organizada em conjunto com um produtor, tive o prazer de conhecer in loco a garrafeira e pude apreciar entre amigos um espaço que me fez recordar o ambiente tipo o da série televisiva Cheers, onde cada cliente é tratado como família, muitos pelo nome, todos parecem pertencer à mesma família, a família Wines 9297. Apetece ficar sempre mais um bocadinho.


Na verdadeira acepção da palavra é uma garrafeira à porta de casa, ambiente familiar e onde nos vamos habituando às caras e à simpatia com que cada cliente é recebido fazendo com que todos se sintam perfeitamente em casa.
Para além disso contam com um vasto leque de marcas de vinhos, de norte a sul do país, e com um cantinho dedicado ao mais exigente #daowinelover onde a Região Dão aparece muito bem representada.
Conte encontrar também as cervejas artesanais e outras marcas importadas que não aparecem habitualmente no supermercado, também os Chocolates, o Azeite e outras delicias que nos fazem entrar, comprar e voltar no dia seguinte. 
Deixo-vos o convite para lhe fazerem uma visita.

GARRAFEIRA WINES 9297
Rua Professor Simões Raposo,
9 - B
1600-660 Lisboa
Tel: +351 21 715 0862
 

domingo, 9 de dezembro de 2012

Inauguração Oficial da Garrafeira do Continente de Cascais‏


Nos passados dias 7 e 8 de dezembro,  para assinalar a inauguração Oficial da Garrafeira do Continente de Cascais no Cascais Shopping, teve lugar uma prova de vinhos e degustação de queijos e enchidos tradicionais. 
A prova de vinhos ficou a cargo dos enólogos Jaime Quendera, da Adega Cooperativa Santo Isidro de Pegões e Casa Ermelinda Freitas, António Ventura e Vera Moreira, Quinta do Gradil, Encosta dos Arcos e Pêra Doce, Paolo Nigra, PLC-Companhia de Vinhos do Alandroal, Filipe Carvalho, Adega Cooperativa de Favaios, Diogo Lopes, Adega-Mãe, e Pedro Pinhão, Quinta da Lagoalva de Cima. 

O espaço está agora bastante mais apelativo, visualmente cativante, com uma disposição que encaminha o consumidor ao seu objectivo com maior celeridade e com informação. A garrafeira terá sempre presente um especialista em vinhos com o qual o consumidor poderá buscar conselhos e fazer aquelas questões que habitualmente sente necessidade e que normalmente este espaço não tem. Com o espaço Gourmet mesmo ao lado esta promete ser uma garrafeira de grande superfície com potencial para se tornar em algo diferente das habituais. O futuro o dirá.

Neste momento o começo promete. As provas foram feitas com copos de vidro, havia cuspideiras e alguém que saberia responder a qualquer pergunta junto de cada bancada. O vinho não estava com temperaturas muito longe das ideais e o consumidor, com mais ou menos receio, aproximava-se, provava e comprava. Espero que seja o inicio de um novo paradigma para as garrafeiras dos grandes espaços comerciais e o vinho e o consumidor se aproximem cada vez mais.

domingo, 4 de março de 2012

Garrafeiras On-Line ou Garrafeiras de Rua

Quando começo a pensar nos locais onde hoje posso comprar vinho não posso deixar de equacionar as Garrafeiras On-line em oposição às Garrafeiras de Rua. Não vou considerar neste momento as Garrafeiras de Super ou Hipermercado, embora também em alguns casos também existam online. Vou apenas considerar aquelas garrafeiras no tradicional sentido da palavra. As Garrafeiras de Rua  em oposição, ou não, às On-Line.
A rápida evolução tecnológica e a nossa vida cada vez mais orientada e planificada ao minuto levou a que o comércio virtual pudesse crescer em todo o tipo de mercado e, como não poderia deixar de ser, também no mercado do vinho se verificou um crescente número de lojas a nascer e a convencer.
Na "guerra" entre estes dois tipos de mercado, embora se vejam baixas em qualquer das partes, também é cada vez mais comum ver nascer as Garrafeiras On-Line filhas de Garrafeiras de Rua já existentes e com sucesso. Ambas coexistem, todavia, na maioria das vezes, com regras diferentes. Mas coexistem. Com sucesso. Com compradores que tanto compram na loja física como na On-Line, e com cada vez mais seguidores da compra de sofá. As transacções nunca estiveram tão seguras como agora, os preços são normalmente mais baixos, o acesso é rápido e cada vez com mais oferta, existem promoções só efectuadas nas lojas on-line, por vezes os portes são oferecidos e até aquela especial atenção de sugestão daquele vinho especial também já é acessível via Garrafeira On-Line.
Mas estas são apenas algumas hipóteses para o sucesso do lado do consumidor. E do lado do produtor como é visto este florescimento de Garrafeiras On-Line? Será apenas mais um simples ponto de venda para os seus produtos, mais um pequeno nicho de venda ou para além disso uma nova montra universal com direito a visualizações a nível mundial e com hipótese de venda e publicidade dos seus vinhos em todo o mundo?
Por último, faço uma pergunta a quem me segue e me lê. Costuma comprar em Garrafeiras? On-line ou de Rua? O que o leva a decidir por uma ou pela outra? Qual o futuro de ambas?

terça-feira, 8 de março de 2011

A Casa Portuguesa - Barcelona

A Casa Portuguesa em Barcelona é um espaço dedicado à gastronomia portuguesa, à doçaria portuguesa, ao vinho português, enfim a Portugal. Aqui podemos comer uma Bola de Berlim com creme, um bolo de arroz ou um pastel de nata, bem como um rissol de camarão, um pastel de bacalhau, um croquete ou ainda degustar alguns pratos das receitas mais portuguesas que possamos pensar. Quando lá estive havia Bacalhau à Brás, por exemplo. Podemos ainda beber um cafézinho de marca portuguesas, embora aqui deixe o meu conselho... chávenas de loiça o quanto antes.
Temos ainda uma área com produtos gourmet e outros vindos directamente de terras lusas e uma garrafeira apenas de vinho português. Excelente. Se optarmos por pedir vinho a copo temos esta hipótese à nossa escolha.
Enquanto lá estive a casa esteve sempre cheia, a abarrotar mesmo, e o que mais vendia eram os pasteis de nata. Pedi um café e dois pasteis de nata e não me arrependi. Passem por lá, também não se irão arrepender.

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