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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Duas Quintas Reserva 1995

Características
Tipo: Vinho Tinto
Castas: Touriga Nacional e tinta Barroca
Região: Douro
Teor Alcoólico: 13%
Produtor: Adriano Ramos Pinto
Preço: 20€ vap

Nota de Prova
Quinta de Ervamoira e Quinta dos Bons Ares.As melhores uvas da vindimas do ano de 1995 destas Quintas serviu para produzir este néctar da Ramos Pinto.
Visualmente apresenta já traços da sua idade. Nuances vermelhas-tijoladas, com maior concentração no núcleo, limpo e cativante. No perfil aromático é notória já a sua evolução, ainda presença da fruta, ataque licoroso, madeira bem encorpada, fruta passa, muito complexo, boas notas de tosta e especiaria em fundo. No palato está ainda vivaz, com pujança, ainda aguentava mais um aninho. Boa acidez, fruta e madeira em boa harmonia, toque macio. Final extenso e ainda fresco. Velho? Ainda encosta muito "novo".

Classificação: 92/100

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Duas Quintas 2008

Características
Tipo: Tinto
Castas:
Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca
Região: Douro
Teor Alcoólico:
13 ,5%
Produtor:
Ramos Pinto
Preço: 9 € vap
 

Nota de Prova
A Ramos Pinto tem no Duas Quintas um dos porta estandarte da casa em termos de vinhos de mesa. Este Duas Quintas 2008 apresenta-se, mais uma vez, como um dos grandes vinhos do Douro.
Cor granada de média concentração, com reflexos avermelhados, muito límpido e cativante. No nariz temos os frutos silvestres bem maduros e frutos pretos com a ameixa preta, com notas evidentes de especiarias, como a pimenta branca, e algum fundo vegetal. Na boca temos um vinhos de taninos muitos suaves, algo untuoso e mesmo guloso, muito fácil de beber e gostar. Continuamos a sentir a fruta silvestre, com muita frescura e elegância. O final de boca é longo, persistente e fresco.

Classificação: 89/100

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Prova Especial de Vinhos do Porto da Ramos Pinto na Quinta de Ervamoira

No passado dia 22/04/2011, no decurso da minha visita à Quinta e Museu de Ervamoira, efectuei a convite uma prova especial de Vinhos do Porto da Ramos Pinto. Mais uma vez, agradeço à Sónia Teixeira toda a disponibilidade e amabilidade que teve connosco durante toda a tarde.

Ramos Pinto Collector Porto Reserva - Cores de tonalidade avermelhado escuro do centro para os bordos do copo num avermelhado mais claro. Límpido e brilhante. no nariz muita fruta vermelha madura, macerada e compota. Na boca apresenta-se com uma estrutura licorosa, com presença da fruta, equilibrado e com boa acidez. Final de boca de média persistência.

Ramos Pinto Adriano Porto Reserva - Cores de tonalidade avermelhado e alaranjado, de aspecto límpido. No nariz é intenso com notas de fruta fresca predominantemente vermelha e com os aromas a frutos secos e alguns balsâmicos a aparecer com boa harmonia. Algum caramelo no final do copo vazio e notas a folha de tabaco. Na boca é profundo, licoroso, com um excelente equilíbrio de doce e álcool, muito suave, mas acima de tudo, elegante.

Ramos Pinto LVB 2001 - Cor rubi/vermelho opaco e profundo com aromas a fruta vermelha e preta madura, algum figo, casca do figo e com notas leves de madeira. Na boca é muito suave, aveludado, percebendo-se um equilibrio notável entre todas as partes. Com corpo e vivacidade para uma evolução em grande O final de boca é longo, persistente e muito suave.

Ramos Pinto Porto 10 Anos Quinta de Ervamoira - Cor tijolo, com laivos esverdeados no bordo do copo. Aromas intenso a casca de laranja, ameixa passa e algum melaço. Em fundo o bom casamento com a madeira resultando um suave baunilhado. Na boca é untuoso, gordo, muito polido e suave. Continuamos a ter a presença da fruta e da casca de laranja confeitada. Final de boca longo, persistente e frutado.

Ramos Pinto Porto 20 Anos Quinta do Bom Retiro - Cor muito bonita, um âmbar alaranjado bem definido, com rasgos de leves esverdeados e de lágrima persistente. Os aromas são intensos, vivos, com presenta de fruta passa e fruta seca em abundância, alguns tostados, caramelo da régua e mesmo grão de café. Sente-se um leve iodado também muito interessante. Na boca é excelente. Corpo, estrutura, equilíbrio, fruta seca, acidez, álcool tudo em perfeita harmonia. Um portento este 20 anos. O melhor da tarde.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Visita à Quinta e Museu de Ervamoira

No passado dia 22/04/2011 tive o prazer de visitar a Quinta e Museu de Ervamoira da Ramos Pinto situado em Vila Nova de Foz Côa. A visita teve inicio em Muxagata onde a Sónia Teixeira, da Ramos Pinto, nos esperava já com o jipe a aquecer para uma viagem por caminhos sinuosos,onde iriamos atravessar ribeiras, subir e descer montes e penedos, observar perdizes e chegar à Quinta de Ervamoira. Muito obrigado pela sua disponibilidade e pela alegria que tem em fazer o que gosta.
Chegar a Ervamoira e observar, de cima, a grandiosidade desta vinha não é algo que se veja todos os dias. José Ramos Pinto Rosas encontrou aqui o lugar perfeito para no Douro conseguir um terreno onde pudesse mecanizar todo o processo baixando assim os custos de produção. A Quinta de Santa Maria, posteriormente rebatizada de Quinta de Ervamoira, foi o local ideal. Dois anos depois da aquisição em 1974, esta tornou-se a primeira Quinta do Douro a ser plantada ao alto e por talhões, onde cada talhão correspondia à plantação de uma casta diferente.
Mais tarde, com o inicio dos trabalhos de construção da Barragem do Côa, a Quinta de Ervamoira esteve em risco de ficar submersa. Todavia, com a descoberta das famosas Gravuras de Foz Côa, os trabalhos pararam e em 1996 quando por ordem do então recentemente eleito Governo Português foi posto um ponto final definitivo da construção da barragem, acabaria o pesadelo e seriam então plantadas as sementes de um novo projecto: o Muse de Ervamoira. Com a inauguração do mesmo em 1997 pelo então Ministro da Cultura, o Prof. Doutor Manuel Maria Carrilho e com a decisão da UNESCO de elevar as gravuras do Vale do Côa à categoria de Património da Humanidade, a Quinta de Ervamoira teve o privilégio de se converter na primeira quinta vinhateira a usufruir do título de Património da Humanidade.
No final da visita, numa verdadeira esplanada para a vinha e com uma paisagem em pano de fundo de cortar a respiração, efectuamos a prova de três vinhos do Porto da Ramos Pinto.
Ramos Pinto Porto Dry White - Apresenta cor amarela palha clara, com aromas muito frescos, com notas de mel, figo seco, alperce e uva passa. Algum verniz. Na boca pesar de corpolento, é elegante e mantém a frescura do nariz, boa acidez e muito equilibrado. Final seco e persistente.

Ramos Pinto Porto Lágrima Branco -Cor amarelo dourado, brilhante e atractivo. Plano aromático intenso com fruta doce, fruta passa. mel, flor de laranjeira e muito floral. Na boca cremoso, untuoso e gordo, sensação a doce de melaço,todavia não sendo pesado. Final de boca persistente.

Ramos Pinto Porto Lágrima Tinto - Cor ruby com traços avermelhados veludo. No nariz destaque para a fruta vermelha e preta compota, alguma amora e ameixa preta bem maduras. Na boca um lágrima menos doce que o brnaco, muito redondo, equilibrado e com continuação da fruta madura. Final persistente. 

Mais tarde, e após um reconforntante olhar pela paisagem, lugar a uma prova especial de Vinhos do Porto da Ramos Pinto da qual darei nota amanhã.

domingo, 10 de abril de 2011

Bons Ares Branco 2009

Características
Tipo: Branco
Castas:
Viosinho, Rabigato e Sauvignon Blanc
Região:
Douro
Teor Alcoólico:
13,5 %
Produtor:
Ramos Pinto
Preço: 7,20 € vap
 

Nota de Prova
Este Bons Ares,  Douro Superior, da Quinta com o mesmo nome sita perto de Vila Nova de Foz Coa, apresenta uma cor amarela clara, com alguns reflexos de palha, muito límpido mostrando um pouco da sua tenra idade. no nariz, aromas pouco usuais de um vinho de uma quinta nesta região, com predominância das notas minerais e citrinas, muito fresco e elegante. Na boca destaco uma primeira sensação de untuosidade, algo cremoso, mas que é bem casado com o nível de acidez, também ele bem harmonizado com a fruta e os taninos. Continua muito fresco e termina longo e expressivo.

Classificação: 78/100

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Adriano Porto Reserva

Adriano Porto Reserva

Características
Tipo:
Porto
Castas:
Tinta Roriz, Tinto Cão e Touriga Franca
Região: Douro
Teor Alcoolico: 19,5 %
Produtor:
Adriano Ramos Pinto
Preço: 12€ vap

Nota de Prova
Este é o Adriano. O vinho que conquistou o Brasil e que é a razão de ser de em terras de Vera Cruz o Porto ser mais conhecido como Adriano do que como Porto. Apresenta uma tonalidade bastante interessante de vermelho e alaranjado devido a ser um tawny ainda em evolução. No nariz é extraordinário, com notas de fruta fresca predominantemente vermelha e com os aromas a frutos secos e alguns balsâmicos a aparecer com boa harmonia. Gostei bastante do aroma acaramelado que fica no copo vazio, como também as notas a folha de tabaco. Na boca é profundo, licoroso, com um excelente equilíbrio de doce e álcool, muito suave, mas acima de tudo, elegante.
A todos os que sei que vão experimentar façam-no como aperitivo, como acompanhamento de uma entrada como melão com presunto, como sobremesa de doce de frutos secos como amêndoa ou, simplesmente, no final de uma refeição.

Classificação: 82/100

sexta-feira, 2 de julho de 2010

II Prova d'Ouro Ramos Pinto 2010 - Lisboa

A Casa Ramos Pinto levou um pouco do Alto Douro Vinhateiro a Lisboa no passado dia 1 de Julho no Centro Cultural de Belém. Foi efectuada uma prova vertical dos vinhos Bons Ares Branco e Bons Ares Tinto, seguido de uma Prova de Vinho do Porto.Estive presente e fui confrontado com uma apresentação e planificação da prova muito boa. A prova estava dividida em vária bancadas, com um seguimento lógico que começava nos Brancos mais velhos até aos mais jovens; depois dos tintos mais velhos até aos mais recentes; e por último, os Portos - um Tawny 10 anos, um Vintage 10 anos e um Branco mesmo de propósito para o agora bem badalado Porto Tónic. No final e à saída a oferta de um saquinho com umas lembranças e para quem tinha convite como eu um voucher para visitar a Quinta de Ervamoira com uma prova alargada de Vinhos do Porto.
Os vinhos a prova brancos foram o Bons Ares Branco 1997, já com esta idade e com uma frescura ainda tão jovem; o Bons Ares Branco 1999, um branco com aromas parecidos com o moscatel e já a cair para um espécie de colheita tardia; o Bons Ares Branco 2000, fresco e citrino; o Bons Ares Branco 2003, de aroma menos intenso, mas muito elegante no final de boca; o Bons Ares Branco 2007, cada vez mais citrino, jovem e fresco; o Bons Ares Branco 2008, para mim um dos melhores nos brancos jovens, com aroma intenso a fruta tropical e muito equilibrado quer no doce, quer na acidez sendo bastante prolongado no final; por fim o Bons Ares Branco 2009, também este muito tropical e aromático.
Nos tintos tivemos uns senhores vinhos. Começámos pelo Bons Ares Tinto 1992, que se fechassemos os olhos nem nos apercebiamos estar a provar um vinho com quase 20 anos de idade; depois o Bons Ares Tinto 1994, para mim também no Top deste final de tarde, um aroma frutado a frutos vermelhos em compota e na boca um vinho com corpo, equilibrio e muito harmonioso com um final de boca de perder de vista; a seguir o Bons Ares Tinto 1997, mais um vinho com anos e ainda a poder envelhecer mais e com qualidade; o Bons Ares Tinto 2003, de todos o mais adstringente; o Bons Ares Tinto 2006, mastigável, pujante de força e de vida; e o Bons Ares Tinto 2007, a terminar com qualidade a prova de tintos.
Por fim, a comparação sugerida entre um Vintage 2000 e um Tawny 10 anos Quinta de Ervamoira que me deu uma grande vontade de provar desde logo o Vintage 1999 que tenho cá em casa. Um exemplo da grande qualidade de Portos que a casa Ramos Pinto coloca no mercado e agora já não é com fins medicinais.

II Prova d'Ouro Ramos Pinto 2010 - Lisboa

A Casa Ramos Pinto levou um pouco do Alto Douro Vinhateiro a Lisboa no passado dia 1 de Julho no Centro Cultural de Belém. Foi efectuada uma prova vertical dos vinhos Bons Ares Branco e Bons Ares Tinto, seguido de uma Prova de Vinho do Porto.Estive presente e fui confrontado com uma apresentação e planificação da prova muito boa. A prova estava dividida em vária bancadas, com um seguimento lógico que começava nos Brancos mais velhos até aos mais jovens; depois dos tintos mais velhos até aos mais recentes; e por último, os Portos - um Tawny 10 anos, um Vintage 10 anos e um Branco mesmo de propósito para o agora bem badalado Porto Tónic. No final e à saída a oferta de um saquinho com umas lembranças e para quem tinha convite como eu um voucher para visitar a Quinta de Ervamoira com uma prova alargada de Vinhos do Porto.
Os vinhos a prova brancos foram o Bons Ares Branco 1997, já com esta idade e com uma frescura ainda tão jovem; o Bons Ares Branco 1999, um branco com aromas parecidos com o moscatel e já a cair para um espécie de colheita tardia; o Bons Ares Branco 2000, fresco e citrino; o Bons Ares Branco 2003, de aroma menos intenso, mas muito elegante no final de boca; o Bons Ares Branco 2007, cada vez mais citrino, jovem e fresco; o Bons Ares Branco 2008, para mim um dos melhores nos brancos jovens, com aroma intenso a fruta tropical e muito equilibrado quer no doce, quer na acidez sendo bastante prolongado no final; por fim o Bons Ares Branco 2009, também este muito tropical e aromático.
Nos tintos tivemos uns senhores vinhos. Começámos pelo Bons Ares Tinto 1992, que se fechassemos os olhos nem nos apercebiamos estar a provar um vinho com quase 20 anos de idade; depois o Bons Ares Tinto 1994, para mim também no Top deste final de tarde, um aroma frutado a frutos vermelhos em compota e na boca um vinho com corpo, equilibrio e muito harmonioso com um final de boca de perder de vista; a seguir o Bons Ares Tinto 1997, mais um vinho com anos e ainda a poder envelhecer mais e com qualidade; o Bons Ares Tinto 2003, de todos o mais adstringente; o Bons Ares Tinto 2006, mastigável, pujante de força e de vida; e o Bons Ares Tinto 2007, a terminar com qualidade a prova de tintos.
Por fim, a comparação sugerida entre um Vintage 2000 e um Tawny 10 anos Quinta de Ervamoira que me deu uma grande vontade de provar desde logo o Vintage 1999 que tenho cá em casa. Um exemplo da grande qualidade de Portos que a casa Ramos Pinto coloca no mercado e agora já não é com fins medicinais.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Duas Quintas 2004

Duas Quintas - 2004
Data da Prova: 24 Dezembro 2007

Características
Tipo: Tinto
Castas: Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca
Região: Douro (DOC)
Teor Alcoólico: 13,5% vol.
Produtor: Ramos Pinto

Acerca do Vinho (Rótulo)
A casa Ramos Pinto, fundada em 1880, mantém ainda hoje a firme determinação do seu fundador, Adriano Ramos Pinto, de produzir e seleccionar as melhores uvas da Região Demarcada do Douro para a elaboração dos seus vinhos. Em terras de xisto e de baixa altitude situa-se a Quinta de Ervamoira, onde as uvas são criadas num clima quente e seco, permitindo a sua profunda maturação. Noutro terreno granítico de maior altitude situa-se a Quinta dos Bons Ares. Aqui, as uvas amadurecem em clima fresco e arejado, o que lhes confere frescura e vivacidade. Através de uma prova cuidada fundiram-se as "Duas Quintas" num só vinho, com fruto, força e complexidade. A casa Ramos Pinto elaborou este vinho a partir das castas Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca.

Prova
Cor granada viva com nuances violetas, forte nos aromas de frutos vermelhos, é complexo mas suave. O final de boca é longo e persistente. Muito bom vinho no que respeita à relação qualidade/preço.

CompanhiaServido junto com Bacalhau Cozido com todos.

Classificação: 16/20

Duas Quintas 2004

Duas Quintas - 2004
Data da Prova: 24 Dezembro 2007

Características
Tipo: Tinto
Castas: Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca
Região: Douro (DOC)
Teor Alcoólico: 13,5% vol.
Produtor: Ramos Pinto

Acerca do Vinho (Rótulo)
A casa Ramos Pinto, fundada em 1880, mantém ainda hoje a firme determinação do seu fundador, Adriano Ramos Pinto, de produzir e seleccionar as melhores uvas da Região Demarcada do Douro para a elaboração dos seus vinhos. Em terras de xisto e de baixa altitude situa-se a Quinta de Ervamoira, onde as uvas são criadas num clima quente e seco, permitindo a sua profunda maturação. Noutro terreno granítico de maior altitude situa-se a Quinta dos Bons Ares. Aqui, as uvas amadurecem em clima fresco e arejado, o que lhes confere frescura e vivacidade. Através de uma prova cuidada fundiram-se as "Duas Quintas" num só vinho, com fruto, força e complexidade. A casa Ramos Pinto elaborou este vinho a partir das castas Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca.

Prova
Cor granada viva com nuances violetas, forte nos aromas de frutos vermelhos, é complexo mas suave. O final de boca é longo e persistente. Muito bom vinho no que respeita à relação qualidade/preço.

Companhia
Servido junto com Bacalhau Cozido com todos.

Classificação: 16/20

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