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sexta-feira, 21 de março de 2014

Vertical de Munda Branco no Vestigius

O Vestigius Wine Bar continua a promover acções muito interessantes e diferentes para promover o vinho português e, como é evidente, para promover este novo wine bar lisbonense como uma referência para quem gosta de vinho e de um local ideal para o fazer.
A vertical do MUNDA branco foi efectuada por ocaisão da apresentação do espaço para alguns Bloggers que, sob a batuta do Sommelier João Chambel, puderam experienciar o potencial deste vinho quer a solo quem na ligação à gastronomia.

MUNDA 2008 BRANCO | ENCRUZADO | DÃO | 13,5%
Cor amarelo definido. Com algumas nuances alouradas. Aromas directos, com muita elegância, madeira discreta, pequeno toque de baunilha, muito leve. Boca com acidez vivaz, seco, com fruta citrina, lima em destaque, complexo, largo e em evolução continua.

MUNDA 2007 BRANCO | ENCRUZADO | DÃO | 13%
Cor amarelo tonalidades mais palha seca, limpo. Aromas com fruta branca madura, com algumas notas oxidadas, boas notas, algum ferro a marcar o final. Na boca com uma frescura estupenda, acidez e fruta com grande equilíbrio, toque salino e final fresco e persistente.

MUNDA 2006 BRANCO | ENCRUZADO | DÃO |
Cor amarelo, nuances douradas, limpo. No nariz mais delicado que os anteriores, fruta muito bem colocada e presente, complexo. Boca larga, acidez equilibrada com secura, profundo e intenso. A fruta aparece sumarenta e prazeirosa. Bom volume, mas com muita finess e muito delicado.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Quinta da Folgorosa em Prova na Garrafeira Wines 9297

Em mais uma tarde de prova de vinhos na Garrafeira Wines 9297, fomos até à região de Lisboa para conhecer os vinhos da QUINTA DA FOLGOROSA. Em boa verdade, se para uns será um produtor pouco conhecido, para mim foi uma completa novidade e isto é, de facto, também um dos objectivos para onde as garrafeiras devem apontar: apresentar novidades, novos produtores, novas experiências e claro a oportunidade para ganhar mais conhecimento acerca dos Nossos vinhos.
A Quinta da Folgorosa fica em Dois Portos, Torres Vedras, projectada pelo célebre arquitecto suíço, Ernesto Korrodi, em 1910, e implantada numa zona de elevada beleza paisagística. Com 40 ha de vinhas e uma adega antiga, mas renovada, alia-se a tradição da pisa a pé em lagar aos novos equipamentos.
Foram provados alguns vinhos que serão ainda novidade no mercado e cujo rótulo ainda será temporário, algo que desde logo afere da jovialidade dos vinhos e da estratégia do produtor para que só no momento certo os seus vinhos estejam à disposição do consumidor.
 FULGOR 2011 BRANCO
O entrada de gama desta casa nos brancos. Cor citrino, laivos esverdeados, aspecto jovem. Aromas frescos, citrinos, maça verde e muito directos. Na boca macio, limonado, acidez equilibrada, muito sumarento e curto de boca.
75/100
PVP: 4,90€

FOLGOROSA 2011 TINTO
Apresenta cor rubi, média concentração e intensidade. Aromas predominantes da fruta vermelha madura, algum cacau e frescura. Na boca continuamos com boa frescura, perfil frutado e com um fim de boca com ligeiro amargo vegetal. Final de boca de média duração.
79/100
PVP: 5,90€



QUINTA DA FOLGOROSA 2009 TINTO
Cor rubi, média concentração, aspecto limpo. Nariz com fruta vermelha madura, regresso um pouco às notas mais adocicadas, alguma baunilha, fumados, algumas notas de chuva de verão em terrreno seco pelo sol. Boca com vivacidade, alguma secura, com estrutura, fruta fresca e final de boca persistente.
84/100
PVP: 8,90€

QUINTA DA FOLGOROSA RESERVA 2010 TINTO
O topo de gama desta casa foi sem dúvida o vinho que mais me agradou. Cor rubi, concentrado no nucleo e de aspecto limpo. No nariz é muito perfumado e intenso, com notas balsamicas directas, algum quimico interessante, fruta madura, mas não chata, muito complexo. Na boca continuamos neste perfil. Com estrutura, vivaz, com boa acidez e com fruta fresca no ponto. Boa especiaria, e ligeiro vegetal final. Final de boca longo e fresco.
87/100
PVP: 19,90€

domingo, 16 de março de 2014

Quinta da Murta | As Novidades do Produtor da Região de Bucelas

 Manhã chuvosa na visita à Quinta da Murta. Gorada a intenção de conhecer melhor os vinhedos deste produtor de vinhos da região de Bucelas e de deambular um pouco pelo espaço exterior à adega, fica-mo-nos por caminhar por entre uma adega pequena, mas moderna, com o brilho do inox em cada canto, e com um também pequeno mas eficaz parque de barricas tendo em vista o estágio em madeira de brancos e tinto.
O espumante tem também lugar nesta casa onde o Enólogo Hugo Mendes assume uma paixão evidente por este género de vinho. O resultado de alguns anos de trabalho resultou na produção de espumantes branco e rosé.

Por fim, fugindo do pingar da chuva fomos conhecer as últimas novidades desta casa no espaço de loja e provas da Quinta da Murta.

QUINTA DA MURTA ESPUMANTE RESERVA BRUTO 2008 BRANCO
Um espumante com quatro anos de estágio de cor amarelo definido, limpo, de aromas limpos com maçã reineta e algum marmelo, toque mineral. Na boca mousse cremosa, vivo, acidez estaladiça, citrino, limpo, prolongado e fino.
PVP 10€

MURTA ESPUMANTE EXTRA BRUT 2011 ROSÉ
Cor rosada, nuances salmonadas, aspecto limpo, bolha fina e persistente. Aromas florais, leve, muito leve e com alguma fruta vermelha, groselha, notas fermento, finess. Na boca boa cremosidade, limpo, ligeiro travo ácido, vegetal, seco, com boa intensidade e comprimento.
PVP 8€

QUINTA DA MURTA 2012 BRANCO
Cor amarelo citrino, aspecto jovem, muito limpo. No nariz perfil delicado, notas de flores, algum citrino, toque mineral e directo. Na boca acidez equilibrada, vivaz, perfil frutado citrino fresco, travo mineral mais directo, final de boca de média duração.
PVP 7€

 QUINTA DA MURTA CLÁSSICO 2012 BRANCO
Cor amarelo citrino, aspecto jovem, brilhante e limpo. Nariz com pouca intensidade, madeira presente, mas muito fina, escondida, notas florais, fruta citrina, mineral e fresco. Na boca toque mais untuoso, com acidez alta, palpitante, vivaz, ainda novo para quem se habituou a gostar do perfil deste branco, cheiro de fruta citrina sumarenta, com algum corpo, e final de boca longo.
PVP 12€

MURTA TOURIGA NACIONAL & SYRAH 2011 TINTO
Cor rubi intenso, concentrado, de aspecto limpo. No nariz surgem as boas notas a fruta vermelha madura, notas florais bem integradas e alguma especiaria, tosta leve e boa frescura. Boca com estrutura, composto, ligeira untuosidade, boa fruta, madura, suculenta e fresca, alguma rusticidade, com algum vegetal final. Ainda um pouco novo na globalidade. Final de boca longo.
PVP 7€

quinta-feira, 6 de março de 2014

LusoVini e Jantar com Vinhos Pedra Cancela

As antigas instalações da Adega Cooperativa de Nelas são hoje a casa da LusoVini. Preservando o traço original e mantendo viva a história do vinho que ali teve lugar, as antigas instalações, aos poucos, dão lugar a uma infra-estrutura moderna e apta a abraçar os desafios futuros.

A LusoVini afirma-se como Criadora de Marcas, para além, claro, de no mercado aparecer como uma distribuidora de serviço integrado. Fundada e gerida por elementos com fortes ligações à viticultura, enologia, produção e distribuição de vinhos, oferece aos seus representantes toda essa experiência quer no desenvolvimento enológico dos seus produtos quer no marketing e comercialização dos mesmos.

Atenta aos mais recentes desenvolvimentos no mercado mundial de vinhos, a LusoVini desenvolve alguns vinhos com responsabilidade em toda a fileira. Tratam-se de vinhos desenhados desde a vinha até à garrafa final para responderem às últimas tendências que surgem no mercado português e internacional.
A visita ocorreu já a noite havia caído, ainda assim, foi possível verificar todo o trabalho que está a ser feito para que rapidamente toda a infra-estrutura esteja a 100% para que de Nelas, para Portugal e para o Mundo, partam vinhos de qualidade superior das várias regiões de Portugal. 

Acompanhados pelo Administrador da Empresa Casimiro Gomes, pela sua equipa e pelo Produtor e Enólogo João Paulo Gouveia,prosseguimos depois para o espaço onde nos estava reservado um jantar com referências gastronómicas da região que seriam harmonizadas com vinhos Pedra Cancela desde colheitas mais recentes até algumas com alguns anos mais mostrando-se em excelente forma.

Com uma entrada de enchidos da região foi servido o PEDRA CANCELA MALVASIA ENCRUZADO 2012, cor amarelo citrino, quase translúcido, transpira juventude. No nariz sobressaem os aromas citrinos e florais de média intensidade e sem cansar. Na boca mantém o perfil frutado da fruta citrina, toque quase impercetivel do estágio em madeira dá-lhe algum corpo e a sua acidez faz com que se porte muito bem no inicio de refeição.

De seguida, com o bacalhau assado na brasa e servido, como gosto, com bastante azeite, foi servido em primeiro o PEDRA CANCELA SIGNATURA 2012 BRANCO fruto de vinhas velhas com mais de 40 anos e que aqui se mostra como vinho de eleição. Vivacidade, frescura e sumarento. A madeira proveniente do estágio em barrica, embora presente, não marca demasiado nem nariz nem boca. Grande equilíbrio. Com um final de boca cheio de frescura e elegância. Vou gostar de voltar a este branco.

A meio da viagem com o bacalhau alterámos o SIGNATURA e passámos para o PEDRA CANCELA SIGNATURA 2008 TINTO de cor ainda bastante concentrada, fechado e opaco. No nariz é uma verdadeiro desafio, complexo, com muita fruta preta compotada, macerada, notas de cacau e especiaria fina. Delicioso. Na boca uma acidez vivaz que me limpa a gorfura em excesso e me faz comer mais um pouco, opulento e com a fruta no ponto. Está no ponto.

Seguimos para o prato de carne com "notas" de entusiasmo do que viria para acompanhar um entrecosto no forno com arroz de feijão. Duas referências para provar. O PEDRA CANCELA SIGNATURA 2010 TINTO, à semelhança do 2008 a sua cor é de um rubi concentrado, opaco e espesso. Nariz exuberante, a fruta parece querer sair, notas compotadas, muita frescura e pronto a ir à mesa. Na boca apesar de o considerar num patamar elevado e pronto para a mesa prefiro comprar, mais do que uma garrafa, e beber daqui a 2 anos. Se assim já é um prazer, imagino depois de descansar algum tempo em garrafa.

De seguida a surpresa PEDRA CANCELA 2002 TINTO que mostrou estar num momento de forma espectacular. Pena não haver mais pois está vivaz e fresco como se fosse bastante mais jovem. Mais polido e macio, com notas -poucas- da passagem do tempo e guloso. A garrafa foi num ápice. Tenho de ver se encontro alguma destas perdida em alguma garrafeira.

Por último a sobremesa. Pêra Bebeda. Deliciosa e que ligou muito bem com os tintos acima descritos. Tintos para peixe, carne e sobremesa. Versatilidade e qualidade superior.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Prova Quinta do Monte Travesso e "Marta Casanova n.1 - Friends Collection"

A Quinta do Monte Travesso, localizada em Tabuaço, na sub-região do Cima-Corgo, é uma propriedade do Douro de exploração familiar que se dedica ao engarrafamento de vinhos e azeites com a sua própria marca e também ao turismo. As vinhas com cerca de 16 hectares onde predominam castas tintas como a Tinta Amarela, Tinta Barroca, Tinta Roriz, Tinto Cão, Touriga Nacional, Touriga Franca e Sousão e as brancas Cerceal, Fernão Pires, Malvasia Fina, Gouveio e Rabigato.
No passado dia 13 de Fevereiro, na Garrafeira Coisas do Arco do Vinho, tive o prazer de provar alguns dos seus vinhos na presença do Sommelier Bruno Antunes e de Marta Casanova que nos brindou com o seu recente projecto muito pessoal com a apresentação do vinho "Marta Casanova n.1 - Friends Collection".

TRAVESSO 2012 TINTO | DOURO | 13,5%
TOURIGA NACIONAL, TINTA RORIZ, TOURIGA FRANCA, SOUSÃO
Cor rubi concentrado, intenso e de aspecto limpo. Plano aromático intenso, com fruta vermelha madura e fresca, muito directo. Boca com vida, perfil com fruta fresca, pronto a beber, com um travo levemente mentolado e marcado. Acidez equilibrada e final de boca com bom comprimento. Uma escolha para o dia a dia.
PVP 4,50€

QUINTA DO MONTE TRAVESSO 2011 TINTO | DOURO | 14,5%
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, SOUSÃO
Cor rubi intenso, concentrado e fechado no núcleo. Nariz delicado, de media intensidade, com a fruta vermelha madura em primeiro plano e com notas florais e madeira bem integrada. Na boca grande vivacidade, acidez no ponto, taninos marcantes e com força, com muita fruta fresca e bom travo especiado. Final de boca longo. Curioso que os 14,5% passam aqui quase imperceptíveis.
PVP 6,90€

QUINTA DO MONTE TRAVESSO RESERVA 2010 TINTO | DOURO | 14,5%
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, SOUSÃO  
Cor rubi carregada, opaco e de aspecto límpido. No nariz surge a fruta vermelha e preta silvestre bem madura, compotada, com tostados finos, algum cacau e leve especiaria. Complexo. Mais boca temos mais corpo, quase que mastigável, com grande vivacidade e taninos bem marcados. Parece ainda novo, mas está no bom momento. Boca longa e persistente.
PVP 15€

Por fim, apresentação de um vinho que é o culminar de 11 anos de trabalho de Marta Casanova como Enóloga a produzir vinhos no Douro e que agora surge com um com o seu nome. Produção pequena, para beber, como indica no contra rótulo, na companhia de amigos e cuja facturação, 1% da mesma, será doada à associação de recolha de animais abandonados Cãoviver.

MARTA CASANOVA Nº 1 FRIENDS COLLECTION 2011 TINTO | DOURO | 14%
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA
Cor granada intenso, violetas carregados, opaco no núcleo. Nariz no ponto, com muita elegância, notas de  fruta vermelha madura, sempre acompanhada de frescura. Na boca, taninos presentes e marcantes, mas sem se tornarem agressivos ou moles. Mais uma vez muita elegância e frescura. A fruta madura bem presente e bem equilibrado com travo especiado subtil e tostados leves. Final de boca longo, fresco e elegante.
PVP 49,65€

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Apresentação dos Vinhos da Quinta do Pôpa: Lolita & Milf 2011


A apresentação oficial dos vinhos da Quinta do Pôpa Wine on the Rocks Finkus Collection - Lolita e Milf 2011 decorreu ontem no Wine Bar Vestigius em Lisboa. Posso dizer que tanto o vinho como o local da apresentação se encontravam em perfeita sintonia. Design, inovação e carisma lado a lado e resultarem em pleno.
Este é um projecto arrojado idealizado pelo criativo Finkus Bripp e desenvolvido em parceria com a Quinta do Pôpa. A primeira edição surgiu em 2009, muito voltada para o mercado externo; e esta é a segunda edição onde também já se aposta no mercado nacional para colocação deste produto.
Stéphane e Vanessa, the Pôpa Brothers, apresentaram os vinhos de forma descontraída, bastante informal, e embora dando a normal atenção a alguns predicados técnicos dos vinhos, forma sempre dizendo que a melhor forma de os descrever seria fazendo um paralelismo entre as características humanas e os descritores do vinho. A 'Lolita' é jovem, fresca, explosiva e recta/objectiva. Já a sua mãe, a 'Milf', é mais madura e complexa, características que lhe conferem sabedoria e longevidade. Cada um que erga o seu copo e escolha a sua preferida, ou então, escolha as duas.

 A venda é feita em dupla, sem separar a Lolita da Milf. O pack custa € 40,00 (750 ml) ou € 90,00 (magnum) e pode ser adquirido directamente junto da Quinta do Pôpa. 

WOTR FINKUS COLLECTION LOLITA 2011 | TINTO | DOURO 
Cor rubi, média concentração e aspecto jovem e limpo. Aromas com fruta fresca, fruta vermelha, madura, reforço muita frescura, boas notais florais, violetas, delicado. Na boca um vinho directo, fresco, com acidez equilibrada e bom corpo num pefil sumarento, cheio de fruta vermelha e a transpirar frescura e jovialidade.

WOTR FINKUS COLLECTION MILF 2011 | TINTO | DOURO 
Cor rubi, média concentração apesar de um pouco mais intenso que o Lolita. No nariz notas perfumadas de flores e mais intensidade na fruta vermelha e preta madura, com notas especiadas e um tostado leve bem integrados. Na boca está mais carnudo, corpulento e cheio, com taninos bem marcados e quase que a apetecer dar umas trincas. A fruta madura está bem presente, com notas especiadas a corresponderem bem no seu todo. Não parece tão jovem como o Lolita, mas está pronto a beber. Final de boca extenso.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Lançamento do Damasceno Branco 2012

Com calor apetecem os brancos. O consumidor procura, ávido de frescura, o branco que lhe dará mais prazer em dias em que as temperaturas sobem a marcas record. Os vinhos Damasceno ainda não contavam com um Branco no seu portefólio, mas essa lacuna acaba de ser suplantada com o lançamento do Damasceno 2012 Branco.

Numa primeira fase, a prova num estilo mais formal, com a apresentação pelo Enólogo Nuno Cancela de Abreu e de David Rego, Director Técnico da Vinhos Damasceno. Aqui, para além da estrela do dia, foram também provados o Damasceno 2011 Tinto e o Damasceno 2010 Reserva tinto.

Damasceno 2012 Branco
Cor amarelo citrino, limpo. Aromas de boa intensidade a fruta exótica, notas tropicais bem ladeadas pela presença dos citrinos e muita frescura. Aparece um ligeiro toque de pão. Na boca surge com volume, ligeira untuosidade, prefil frutado, acidez equilibrada e frescura. Muito equilibrado. Sem ser apenas fruta por todo o lado. Óptima opção a solo e óptima opção com comida.
Preço: 7,99 € pvp


Damasceno 2011 Tinto
Mantém o perfil de quando o havia provado a primeira vez. Mas sobe. Está melhor. Grande intensidade da fruta madura no nariz e muito polido na boca. Cresceu em profundidade de boca, manteve a fruta fresca, surgem notas mais especiadas e vegetais. Na minha opinião está melhor. Partiu de um ponto já elevado e continua a surpreender.
Preço: 7,99 pvp
Damasceno 2010 Reserva Tinto
Cor granada, intenso, com tonalidades mais acastanhadas, de aspecto límpido. Aromas perfumados com fruta vermelha e preta bem madura, tostados leves, boa incorporação de notas vindas do estágio em barrica com um baunilha no final a apelar ao nosso lado mais guloso. Na boca está cheio de vida, volumoso, bela acidez, perfil frutado, com boa especiaria. Está num óptimo momento para ser bebido. O final de boca é longo.
Preço: 16€ pvp

Depois, numa segunda fase, à mesa. 
A apresentação decorreu no Restaurante Sea Me, em pleno Chiado, onde foi preparada uma extensa ementa para harmonizar com os vinhos que iriam ser provados e outros que apareceriam durante a refeição.
Neste aspecto, a harmonização dos pratos foi conseguida e ficou provado que estes vinhos têm uma versatilidade e um poder gastronómico muito elevado.
Dos vinhos fica a conclusão de um perfil muito bem definido, frescura, acidez sempre no ponto, versatilidade à mesa e valor garantido.

Da ementa do Sea Me ainda não me consegui esquecer daquele Sashimi de Sardinha fabuloso que ofuscou os restantes pratos.

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